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Yehudi
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"Quem o inimigo poupa, nas mãos lhe morre"
(Meu pai já me dizia)
Se Israel abaixar as armas, não haverá mais Israel, se os Árabes abaixarem as armas, não haverá mais guerra. (Netanyahu)
Eventos do Médio Oriente enchem as páginas de jornais e despertam debates aquecidos ao redor do mundo. A guerra no Iraque, o 11 de setembro e Osama Bin Laden são somente alguns tópicos que mantêm a região quente nas notícias. De todos os tópicos no Médio Oriente, no entanto, nenhum gera mais emoção, debate e ira que o conflito Israel-palestinense.
Porque o assunto está dado à emoção, é muitas vezes difícil manter um senso de contexto histórico, quando discutindo os assuntos à mão. Esse papel provê algumas perspectivas e pontos de conversa, tanto históricos como contemporâneos. Não está sendo intentado um exame exaustivo do sujeito.
Quando presenteado com os fatos, será importante entender:
•os perigos reais enfrentados por Israel, um país minúsculo menos que um terço do tamanho da Tasmânia [ou menos que o estado de Alagoas], numa vizinhança tumultuosa, fortemente armada;
•o cometimento de Israel à democracia e valores democráticos;
•os inimigos comuns de extremismo e fanatismo encarados por Israel e o mundo ocidental;
•as contribuições impressivas à civilização mundial em campos tais como ciência, medicina, tecnologia, agricultura e cultura contribuições que são ainda mais notáveis dado a relativa juventude do país e a sua carga pesada de defesa;
O relato histórico de país nenhum é perfeito, e Israel, como outras nações democráticas, não é perfeito. Mas reconhecer falibilidade é força nacional, não fraqueza, e o relato em democracia, economia, educação, ciência e pluralidade de Israel em toda parte compara favoravelmente com aquele de outro país na região e, de fato, bem além da região.
O elo do povo judaico à terra de Israel é incontrovertível e ininterrupto, abarca aproximadamente quatro mil anos.
A 1ª exibição está no Velho Testamento. O livro Gênesis, o primeiro dos cinco livros da Bíblia, conta a história de Abraão, o relacionamento de aliança com o D's único e o mover de Ur (no Iraque do dia presente) à Canaã, a região que corresponde à Israel.
A 2ª exibição é qualquer livro de oração em uso em qualquer lugar do mundo. As referências na liturgia a Sião, a terra de Israel, são sem fim.
O cientista judaico medieval Nachmanides contou que viver em Israel é um preceito ou obrigação divina (mitsváh), e o Livro Santo Judaico de interpretação da Lei Judaica, o Talmud, até declara que a recusa de se mudar para Israel é uma causa legítima para divórcio.
Em anos posteriores, os líderes de três movimentos largamente divergentes do povo judaico Sionismo, Hassidismo e Mitnagdismo enviaram seus estudantes para Israel para revitalizar a vida judaica.
Esses líderes discordavam em muitos assuntos, mas eram unidos no papel cultural de Israel na vida do povo judaico.
A conexão entre o povo judaico e Jerusalém
Já no período do Rei David, aproximadamente três mil anos atrás, Jerusalém foi estabelecida como a capital de Israel. Desde então, Jerusalém representa, não só o centro geográfico do povo judaico, é onde foram construídos os Grande Templos o primeiro pelo Rei Salomão durante o século 10AC e destruído em 586DC durante a conquista babilônica, e o segundo construído pelo Rei Herodes e destruído no ano 70DC pelos romanos. Mesmo no exílio, os judeus concluíam as orações com o grito esperançoso: No Ano Que Vem em Jerusalém!
Como o salmista escreveu: Se de ti esquecer, oh Jerusalém, deixa a minha mão direita murchar. Há milhares de anos, os judeus sempre oram virados para Jerusalém (os muçulmanos viram para Meca). Os judeus nunca pararam ansiar por Sião e Jerusalém!
Por aproximadamente dois milênios, os judeus oram três vezes ao dia para retornar à Terra de Israel, sendo o nono dia do mês hebraico de Av, dia de luto, jejum e lamento pela destruição dos Templos e a perda de Jerusalém.
Apesar do exílio longo, sempre houve comunidades judaicas em Israel, e especialmente em Jerusalém. Desde o século 19, judeus constituíam a maioria da população de Jerusalém. Por exemplo, segundo o Dicionário Político do Estado de Israel, judeus eram 61,9 por cento da população de Jerusalém em 1892.
O elo histórico e religioso é especialmente importante porque alguns árabes tentam re-escrever a história, asseverando que judeus eram ocupadores estrangeiros ou colonizadores. Tais tentativas de negar a legitimidade de Israel são falsas, precisando ser expostas pelas mentiras que são. Ignoram também o fato inconveniente de que, quando Jerusalém estava sob regime muçuçmano (otomano e mais tarde, jordaniano), foi sempre um lugar atrasado.
(Meu pai já me dizia)
Se Israel abaixar as armas, não haverá mais Israel, se os Árabes abaixarem as armas, não haverá mais guerra. (Netanyahu)
Eventos do Médio Oriente enchem as páginas de jornais e despertam debates aquecidos ao redor do mundo. A guerra no Iraque, o 11 de setembro e Osama Bin Laden são somente alguns tópicos que mantêm a região quente nas notícias. De todos os tópicos no Médio Oriente, no entanto, nenhum gera mais emoção, debate e ira que o conflito Israel-palestinense.
Porque o assunto está dado à emoção, é muitas vezes difícil manter um senso de contexto histórico, quando discutindo os assuntos à mão. Esse papel provê algumas perspectivas e pontos de conversa, tanto históricos como contemporâneos. Não está sendo intentado um exame exaustivo do sujeito.
Quando presenteado com os fatos, será importante entender:
•os perigos reais enfrentados por Israel, um país minúsculo menos que um terço do tamanho da Tasmânia [ou menos que o estado de Alagoas], numa vizinhança tumultuosa, fortemente armada;
•o cometimento de Israel à democracia e valores democráticos;
•os inimigos comuns de extremismo e fanatismo encarados por Israel e o mundo ocidental;
•as contribuições impressivas à civilização mundial em campos tais como ciência, medicina, tecnologia, agricultura e cultura contribuições que são ainda mais notáveis dado a relativa juventude do país e a sua carga pesada de defesa;
O relato histórico de país nenhum é perfeito, e Israel, como outras nações democráticas, não é perfeito. Mas reconhecer falibilidade é força nacional, não fraqueza, e o relato em democracia, economia, educação, ciência e pluralidade de Israel em toda parte compara favoravelmente com aquele de outro país na região e, de fato, bem além da região.
O elo do povo judaico à terra de Israel é incontrovertível e ininterrupto, abarca aproximadamente quatro mil anos.
A 1ª exibição está no Velho Testamento. O livro Gênesis, o primeiro dos cinco livros da Bíblia, conta a história de Abraão, o relacionamento de aliança com o D's único e o mover de Ur (no Iraque do dia presente) à Canaã, a região que corresponde à Israel.
A 2ª exibição é qualquer livro de oração em uso em qualquer lugar do mundo. As referências na liturgia a Sião, a terra de Israel, são sem fim.
O cientista judaico medieval Nachmanides contou que viver em Israel é um preceito ou obrigação divina (mitsváh), e o Livro Santo Judaico de interpretação da Lei Judaica, o Talmud, até declara que a recusa de se mudar para Israel é uma causa legítima para divórcio.
Em anos posteriores, os líderes de três movimentos largamente divergentes do povo judaico Sionismo, Hassidismo e Mitnagdismo enviaram seus estudantes para Israel para revitalizar a vida judaica.
Esses líderes discordavam em muitos assuntos, mas eram unidos no papel cultural de Israel na vida do povo judaico.
A conexão entre o povo judaico e Jerusalém
Já no período do Rei David, aproximadamente três mil anos atrás, Jerusalém foi estabelecida como a capital de Israel. Desde então, Jerusalém representa, não só o centro geográfico do povo judaico, é onde foram construídos os Grande Templos o primeiro pelo Rei Salomão durante o século 10AC e destruído em 586DC durante a conquista babilônica, e o segundo construído pelo Rei Herodes e destruído no ano 70DC pelos romanos. Mesmo no exílio, os judeus concluíam as orações com o grito esperançoso: No Ano Que Vem em Jerusalém!
Como o salmista escreveu: Se de ti esquecer, oh Jerusalém, deixa a minha mão direita murchar. Há milhares de anos, os judeus sempre oram virados para Jerusalém (os muçulmanos viram para Meca). Os judeus nunca pararam ansiar por Sião e Jerusalém!
Por aproximadamente dois milênios, os judeus oram três vezes ao dia para retornar à Terra de Israel, sendo o nono dia do mês hebraico de Av, dia de luto, jejum e lamento pela destruição dos Templos e a perda de Jerusalém.
Apesar do exílio longo, sempre houve comunidades judaicas em Israel, e especialmente em Jerusalém. Desde o século 19, judeus constituíam a maioria da população de Jerusalém. Por exemplo, segundo o Dicionário Político do Estado de Israel, judeus eram 61,9 por cento da população de Jerusalém em 1892.
O elo histórico e religioso é especialmente importante porque alguns árabes tentam re-escrever a história, asseverando que judeus eram ocupadores estrangeiros ou colonizadores. Tais tentativas de negar a legitimidade de Israel são falsas, precisando ser expostas pelas mentiras que são. Ignoram também o fato inconveniente de que, quando Jerusalém estava sob regime muçuçmano (otomano e mais tarde, jordaniano), foi sempre um lugar atrasado.
About Me:
Embora o ansiar por uma pátria judaica deriva dum anelar que data de milhares de anos, origina-se também duma realidade mais contemporânea.
Theodor Herzl, considerado o pai do sionismo moderno, era um judeu vienense secular que chegou a ser intimidado pelo anti-semitismo ruidoso que alimentava o processo de exibição dum oficial do exército frances, Alfred Dreyfus. Mas o incidente Dreyfus levou Herzl à conclusão de que os judeus nunca gozariam de igualdade completa como minoria na Europa. Portanto, a necessidade do estabelecimento dum estado judaico, e escreveu um livro de marco, Altneuland (Velha Terra Nova), publicado em 1902.
Herzl morreu em 1904, mas a sua visão foi postumamente endossada pelo secretário exterior britânico, lord Balfour, em 1917: O Governo da Sua Majestade vê com favor o estabelecimento na Palestina dum lar nacional para o povo judaico, e usará seus melhores esforços para facilitar o alcance desse objetivo, sendo claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e status político gozados por judeus em qualquer outro país.
Em 1922, a Liga das Nações, encarregando a Grã-Bretanha com um mandato para a Palestina, reconheceu a conexão histórica do povo judaico com a Palestina.
O surgimento de Hitler e da Solução Final para a Questão Judaica nazista, lançada pela Alemanha e facilitado por anti-semitismo e indiferença amplamente espalhados revelou, em dimensões trágicas, a necessidade desesperada para um estado judaico. (Haj Amin el-Hussein, o mufti de Jerusalém, estava entre os apoiadores entusiasmados do genocídio nazista do povo judaico). Somente num estado tal, os sionistas criam, judeus estivessem livres da necessidade de se fiar na boa vontade de outros para determinar o seu destino. Todos os judeus seriam bem-vindos para se assentar no estado judaico, seja tomando refúgio de perseguição ou seja no cumprimento dum ansiar por Sião.
Os adversários de Israel tentam torcer o significado de sionismo, apresentando-o como força demoníaca ou colonizadora, uma implantação estrangeira no Médio Oriente, antes que reconhecer os judeus como nação independente com os mesmos direitos de outros países.
Pelos anos, países anti-israelis tinham a sua margem de sucesso. Em 1975, as Nações Unidas adotaram uma resolução etiquetando sionismo como racismo, acima das objeções estrênuas dos países democráticos. A resolução foi repelida em 1991, mas voltou à tona dez anos depois, ironicamente, na Conferência Mundial contra o Racismo em Durban, África do Sul. O bloco árabe, no entanto, falhou no esforço de condenar sionismo nos documentos da conferência. Nesse tempo, muitas nações entendiam que o conflito entre Israel e os palestinoss é, e sempre foi, político e não racial.
Nessa veia, vale bem relembrar os comentários do rev. Martin Luther King Jr. sobre sionismo: E o que é anti-sionismo? É a negação ao povo judaico do direito fundamental que justamente reivindicamos para o povo da África e todas outras nações do globo. É a discriminação contra os judeus, os meus amigos, porque eles são judeus. Em breve, é anti-semitismo. Deixa as minhas palavras ecoarem nas profundezas da tua alma: Quando pessoas criticarem sionismo, querem dizer judeus não te engana sobre isso!
Hometown:
Rio de Janeiro
Country:
Brazil
Occupation:
Ataques árabes a judeus precedem o estabelecimento do Estado de IsraelA idéia que está sendo feita que o terrorismo árabe começou em reação à ocupação por Israel do Banco Ocidental e da Faixa de Gaza após a Guerra dos Seis Dias em 1967 é falsa.
Companies:
Na realidade, ataques árabes a civis judaicos começaram quando judeus eram minoria na Palestina. De 1880 a 1914, comunidades judaicas cuidavam de se proteger, a si e suas colheitas, de saqueadores, ladrões e bandos organizados. O primeiro grupo de segurança judaico, Bar Giora, foi organizado em 1907.Como a povoação judaica continuava, os ataques árabes aumentavam. Turbulências se espalhavam em Jerusalém, Haifa, Jafo e Hebron, nas décadas de 1920 e 30.
Schools:
Logo depois da sua fundação em 1945, as Nações Unidas tomaram interesse no futuro da Palestina mandatória, então sobe regime britânico. Uma comissão das Nações Unidas (UNSCOP) recomendou à Assembléia Geral uma partição de terra entre judeus e árabes. Nenhum dos lados conseguiria tudo o que queria, mas uma divisão reconheceria que havia ali duas populações uma judaica e outra árabe cada uma merecendo um estado.
Interests:
Em 29 de novembro de 1947, a Assembléia Geral das Nações Unidas, com 33 votos a favor, 13 contra e 10 se abstendo, adotou a resolução 181, conhecida como o Plano de Partição.Os estados árabes e a população árabe local rejeitaram a proposta, e se recusaram a reconhecer a reivindicação judaica para qualquer parte da terra e escolheram a guerra para alcançar seus objetivos.Em 15 de maio de 1948, os exércitos do Egito, do Iraque, da Jordânia, do Líbano e da Síria atacaram o recém-criado estado judaico, tentando a sua destruição. No curso dessa guerra, lançada pelos árabes, a população civil foi afetada como em todas as guerras.Muitos árabes locais fugiram de Israel porque os líderes árabes os chamaram para fazer isso ou os ameaçaram se não o fizessem. Mas milhares de árabes ficaram em Israel e se tornaram cidadãos do estado.
Movies:
O ponto central não deve ser esquecido: Países árabes começaram essa guerra com uma meta explicitamente anunciada de eliminar os 650.000 judeus no novo Estado de Israel e desafiaram o plano das Nações Unidas para a criação dos estados judaico e árabe. Se isso não tivesse acontecido, nem um único palestino teria chegado a ser refugiado ou forçado a sair de sua casa.Após a Guerra de Independência, o Egito governou a Faixa de Gaza e a Jordânia o Banco Ocidental. Autoridades egípcias impuseram regime militar em Gaza, e Jordânia anexou o Banco Ocidental e Jerusalém-Leste. Nenhum dos dois teve intenção de criar um estado palestino independente.Em 1964, antes de Israel entrar no Banco Ocidental, a Organização de Liberação Palestina (OLP) foi fundada. E vale lembrar que Yasser Arafat era egípcio tendo servido no exército egípcio, o mesmo que ocupava a Faixa de Gaza.A meta da OLP era, não a criação de um estado nas terras sob regime egípcio e jordaniano, mas a eliminação de Israel e a fundação dum estado palestino no lugar de Israel.Artigo 15 da carta da OLP: A liberação da Palestina, do ponto de vista árabe, é obrigação nacional para repulsar a invasão sionista, imperialista da grande pátria e expurgar a presença sionista da Palestina.A Convenção da OLP também expressa claramente como a Palestina deve ser liberada de Israel. O artigo 9 declara: Luta armada é o modo único para liberar a Palestina. Essa é a estratégia geral, não meramente uma fase tática.A luta armada palestina tornou-se uma guerra de terrorismo, travada principalmente contra alvos civis.Nos anos seguintes, terroristas palestinos assassinaram atletas olímpicos israelenses, mantiveram crianças de escola reféns, seqüestraram aviões e navios de cruzeiro e mataram inocentes em saguões de aeroportos.Em 1967, Israel retomou a posse do Banco Ocidental, das Colinas de Golan, da Faixa de Gaza, da Península do Sinai e da metade leste de Jerusalém. Algumas pessoas chamam de territórios ocupados sem jamais fazerem a pergunta de como estes locais caíram nas mãos de Israel. Mais uma vez, tentam re-escrever a historia imputando motivos expansionistas a Israel, mas os fatos são claros.
Music:
Não há situação comparável no mundo hoje, onde população refugiada tem sido cinicamente explorada do modo em que os palestinos são.Em contraste a Israel, só um único país árabe, Jordânia, ofereceu cidadania aos refugiados palestinos. Os outros 21países árabes, que compartilham religião e raízes étnicas comuns, recusaram-se a fazer isso.Um país, o Kuait, que alguns palestinos ali trabalhassem mas expeliu sumariamente 300.000 palestinos que trabalhavam no país.O processo de Oslo no início da década de 90 trouxe esperança a muitos habitantes do Banco Ocidental e da Faixa de Gaza. Imaginaram que Yasser Arafat, com a criação da Autoridade Palestina em 1994, usasse o poder para aliviar a sua situação difícil. Mas a ajuda nunca se materializou, apesar de mais de 1 bilhão de dólares recebidos pela ajuda internacional. Onde está este dinheiro?
Books:
ESTE É UM RESUMO DA LUTA DE ISRAEL HOJE EM DIA1. Israel era um estado/país desde 1312 antes de Cristo, 2000 anos antes da criação do Islam.2. Refugiados árabes em Israel começaram a se dizer palestinos em 1967, duas décadas depois da criação do Estado de Israel.3. Depois da conquista do Estado em 1272 antes de Cristo, os judeus dominaram o Estado 1000 anos e nele tiveram presença constante nele durante 3300 anos.4. O único domínio árabe depois da conquista foi em 635 antes de Cristo e durou somente 22 anos.5. Durante mais de 3300 anos Jerusalém foi a capital dos judeus. Jerusalém NUNCA foi capital dos árabes nem do Islam. Até os jordanianos, quando eles conquistaram Jerusalém, não fizeram dela capital e os representantes árabes nunca visitaram a cidade.6. Jerusalém é citada mais de 700 vezes na bíblia judaica e não é citada uma única vez no Alcorão.7. O rei David fundou a cidade de Jerusalém, Muhamed nunca pisou lá.8. Os judeus rezam voltados em direção à Jerusalém, os muçulmanos rezam voltados em direção à Meca.9. Em 1948 representantes árabes desejaram que os árabes saíssem de Israel prometendo purificá-la dos judeus. 68% deles fugiram sem ver um soldado israelense.10. Refugiados judeus foram forçados a sair de países árabes por causa da violência, perseguição e discriminação contra os judeus. 11. O número de árabes que saíram, em 1948, de Israel foi em torno de 630,000. O número de refugiados judeus que saíram de países árabes foi o mesmo.12. Os refugiados árabes DE PROPÓSITO não se adaptaram aos países árabes, apesar do território ser enorme. Entre 100,000,000 refugiados que existem no mundo desde a segunda guerra mundial, eles representam o único grupo que não se adaptou aos outros países. Todos os refugiados judeus se adaptaram em Israel, que é um país menor que New Jersey (ou do que o menor estado brasileiro - Sergipe)13. Existem oito países árabes, sem incluir a Palestina. Só existe um país judeu. Os árabes começaram cinco guerras e perderam todas. Israel se defendeu e todas as vezes venceu todas as cinco guerras.14. O partido Fatah ainda pede o fim de Israel. Israel cedeu aos palestinos a maioria das terras do lado ocidental, autonomia diante do estado árabe e forneceu a eles armas.15. No tempo do domínio jordaniano, os locais sagrados judeus foram destratados e aos judeus foi negada a entrada neles. Sob o domínio judeu todos os locais sagrados para os muçulmanos e os cristãos foram conservados e abertos à visita dos fiéis.16. Entre 175 decisões do Conselho de Segurança da ONU até 1990, 97 foram contra Israel.17. Entre 690 decisões de declarações em geral até 1990, 429 foram contra Israel.18. A ONU se calou quando os jordanianos destruíram 58 sinagogas em Jerusalém.19. A ONU se calou quando os jordanianos destruíram o cemitério judeu no monte das oliveiras.20. A ONU se calou quando os jordanianos determinaram um governo de apartheid que impedia os judeus de entrarem no Monte de Casa e no Muro das Lamentações.
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beijos