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Experiência de Quase Morte [EQM] - Parte 4 de 6

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Published on Apr 30, 2010

Pam Reynolds tinha um grande aneurisma na base do cérebro. O primeiro neurologista não lhe deu esperança. Já o Dr. Robert Spetzler, neurocirurgião, contrariando os prognósticos, resolveu assumir o caso. Ele descreve a cirurgia como muito delicada, pois:
1. A temperatura corporal da paciente seria reduzida, ficando entre 10º e 15º C.
2. O coração e respiração parariam.
3. A função cerebral cessaria (em até 8 seg. após a parada cardíaca), e todo o sangue seria retirado da cabeça.
A paciente tinha de estar clinicamente morta durante toda a cirurgia, sem qualquer atividade neurônica ou metabólica, inclusive.
Antes desse "trauma", ela foi anestesiada, seus olhos foram lubrificados e colados com adesivo, foram inseridos nos seus ouvidos dispositivos para monitorar o cérebro, e foi completamente coberta, exceto o crânio, área de intervenção.

Enquanto Spetzler ligava a serra cirúrgica para abrir o crânio da paciente, aconteceu algo que nenhum dos sofisticados instrumentos de monitorização pôde detectar: Pam Reynolds sentiu-se "saltar" do próprio corpo, pairou acima dos ombros do médico e pôs-se a observar a operação.
Viu Spetzler segurar um objeto que se assemelhava a uma escova de dentes elétrica. Ouviu uma das médicas dizer que suas artérias eram muito pequenas. Teve a impressão de que iam lhe operar a virilha. Embora estivesse sob anestesia geral e com os olhos e ouvidos tampados e selados, o que estava vendo e ouvindo realmente estava acontecendo.
Spetzler deu ordem para que a paciente fosse posta em "paragem" - o seu coração foi parado e todo o sangue drenado. De acordo com todas as leituras, com todos os instrumentos, a vida abandonou o corpo de Pam Reynolds. E ela deu por si a viajar ao longo de um túnel em direção a uma luz (PARTE 5).

Pam Reynolds descreve os instrumentos, bastante incomuns e específicos, usados pela equipe cirúrgica em sua operação. Ela presumira que abririam seu crânio com "uma serra", mas descreve, espantadamente, que usaram algo similar a uma furadeira, descrevendo ainda as brocas e caixa de ferramentas onde estas estavam guardadas. A pesquisa viria a confirmar que se tratava de uma mini-serra circular (segundo o relato oficial da cirurgia), de estética similar a uma furadeira.
Relata ainda que uma das médicas falou que suas artérias eram muito pequenas. "Parecia que eles estavam mexendo muito embaixo (virilha). Eu lembro de pensar: o que estão fazendo? É uma cirurgia no cérebro. Eles iam retirar o sangue das artérias femorais. Não entendi isso". Também relata a conversa entre os cirurgiões que iriam ligá-la à máquina "coração-pulmão", dentre outras, com precisão.

O Dr. Michael Sabom, cardiologista de Atlanta, Georgia, confrontou o relato da Sra. Reynolds com o relatório oficial da cirurgia, correspondendo perfeitamente com o que ocorreu na realidade. Detalhe: existiam instrumentos que até o Dr. Michael desconhecia, por serem por demais específicos, descritos pela paciente.
A serra cirúrgica, que ela descreveu como uma "furadeira" e também como uma "escova de dentes elétrica", ele achou ridículo. Pediu uma foto para ver o instrumento e, espantado, percebeu que parecia mesmo com uma escova elétrica (o médico, Dr. Michael, não conhecia dada a natureza nada comum do objeto).

O Dr. Spetzler não acha possível que ela tenha visto os instrumentos cirúrgicos na sala de cirurgia: "A broca, por exemplo, estava guardada. Estava tudo coberto dentro das embalagens. Só abrimos as embalagens com o paciente dormindo para manter o ambiente estéril". Sobre que foi ouvido, ele afirma: "Nesse estágio da operação ninguém pode ver ou ouvir coisa alguma. E me parece inconcebível que ela tenha ouvido. Fora isso, havia dispositivos em seus ouvidos. Seria impossível ela ouvir". Ele ainda conclui: "Não tenho explicação para o que aconteceu. Não sei como aconteceu, considerando o estado fisiológico dela. Mas, já vi tantas coisas que não posso explicar que não sou arrogante a ponto de dizer que não pode ter acontecido".
Dez anos mais tarde, o Dr. Spetzler ainda não sabe que pensar do relato de Pam Reynolds; nem entra em especulações. "Isso está muito para lá da minha área de especialidade".

O fenômeno ocorrido "indica que houve uma percepção extra-sensorial, ou experiência extracorpórea, que permitiu a Pam ouvir e ver com precisão o que acontecia durante a cirurgia". Dr. Michael Sabom.
PARTE 5: http://www.youtube.com/watch?v=Hu7Zyy...

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