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Pinturas Impressionistas

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Published on Feb 10, 2011

INTRODUÇÃO IMPRESSIONISMO



Recebe o nome de impressionismo a

corrente artística que surgiu na França,

principalmente na pintura, por volta do

ano de 1870. Esse movimento, de

cunho antiacademicista, propôs o

abandono das técnicas e temas

tradicionais, saindo dos ateliês

iluminados artificialmente para resgatar

ao ar livre a natureza, tal como ela se

mostrava aos seus olhos, segundo eles,

como uma soma de cores fundidas na

atmosfera. Assim, o nome

impressionismo não foi casual.



O crítico Louis Leroy, na primeira

exposição do grupo do café Guerbois

(onde os pintores se reuniam), ao ver a

obra de Monet, Impressão, Sol

Nascente, começou sarcasticamente a

chamar esses artistas de impressionistas.

Criticados, recusados e

incompreendidos, as exposições de suas

obras criavam uma expectativa muito

grande nos círculos intelectuais de Paris,

que não conseguiam compreender e

aceitar seus quadros, nos quais

estranhavam o naturalismo acadêmico.



São duas as fontes mais importantes do

impressionismo: a fotografia e as

gravuras japonesas (ukiyo-e). A primeira

alcançou o auge em fins do século XIX

e se revelava o método ideal de captação

de um determinado momento, o que era

uma preocupação principalmente para os

impressionistas. As segundas,

introduzidas na França com a reabertura

dos portos japoneses ao Ocidente,

propunham uma temática urbana de

acontecimentos cotidianos, realizados

em pinturas planas, sem perspectiva.



Os representantes mais importantes do

impressionismo foram: Manet, Monet,

Renoir, Degas e Gauguin. No restante da

Europa isso ocorreu posteriormente. Ao

impressionismo seguiram-se vários

movimentos, representados por pintores

igualmente importantes e com teorias muito

pessoais, como o pós-impressionismo (Van

Gogh, Cézanne), o simbolismo (Moreau,

Redon), e o fauvismo (Matisse, Vlaminck,

Derain, entre outros) e o retorno ao

princípio, ou seja, à arte primitiva

(Gauguin). Todos apostavam na pureza

cromática, sem divisões de luz.



A própria escultura deste período também

pode ser considerada impressionista, já que,

de fato, os escultores tentaram uma nova

maneira de plasmar a realidade. É o tempo

das esculturas inacabadas de Rodin,

inspiradas em Michelangelo, e dos esboços

dinâmicos de Carpeaux, com resquícios do

rococó. Já não interessava a superfície

polida e transparente das ninfas delicadas

de Canova. Tratava-se de desnudar o

coração da pedra para demonstrar o

trabalho do artista, novo personagem da

estatuária.

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