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Bert Kaempfert: ♫ Red roses for a blue lady ♫

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Uploaded on Dec 9, 2009

"Red Roses for a Blue Lady", executada neste vídeo por Bert Kaempfert e sua orquestra, é um clássico composto em 1948 por Sid Tepper e Roy C. Bennett. Foi gravado originalmente por Vaughn Monroe em 15 de dezembro de 1948, e atingiu o topo das paradas de sucesso da revista Billboard em 14 de janeiro de 1949. Outra gravação foi feita por Guy Lombardo e seus Royal Canadians em 22 de dezembro de 1948 e também posicionou entre os mais vendidos em 1949. Deste então, obteve vários registros instrumentais e vocais ao redor do mundo, como os gravados por Al Martino, Andy Williams, Billy Vaughn, Bobby Darin, Charles Berman, Dean Martin, Des O'connor, Duke Ellington, Ernesto Cortazar, Hugo Winterhalter & his Orchestra, James Last, Jimmy McGriff, Lars Lönndahl, Östen Warnerbring, Paul Anka, Ray Conniff, Roger Williams, Stefan Borsch, The Lettermen, Woody Herman, Zafir Hadzimanov e tantos outros. No Brasil, a versão "Rosas vermelhas para uma dama triste" ganhou registros de Carlos Gonzaga, Kleber, Nilton Cezar, Pedro Wilson e Walter Wanderley.

O grande sucesso no Brasil foi mesmo a gravação feita em 1965 por Bert Kaempfert, músico alemão nascido em Hamburgo no dia 16 de outubro de 1923. A vocação para a música data desde os primeiros anos, quando os pais financiaram aulas particulares e o matricularam aos 14 anos na Escola de Música de Hamburgo, onde se formou com honras dois anos depois. Além do piano, ele aprendeu a tocar instrumentos como clarinete, saxofone e acordeão. A carreira de Bert foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial, época em que ingressou na Marinha e tocou na banda de serviço, após passar vários meses em um campo de prisioneiros dinamarquês.

Após a sua libertação, em 1945, ele foi para Bremerhaven e formou sua banda, tocando em clubes dos oficiais do Exército. Ainda em Bremerhaven conheceu sua futura esposa, Hanne, que se tornou empresária da banda. Eles se casaram em 1946 e logo depois sua primeira filha, Marion, nasceu. No ano seguinte, Bert e sua pequena família voltou para Hamburgo, na cidade de seu nascimento. Em 1951, o Kaempferts tiveram sua segunda filha, Doris.

Bert tocava na Esplanada Hamburgo Club a noite e trabalhava durante o dia como arranjador musical para a rede britânica de rádio das Forças (BFN) na Alemanha. Este trabalho foi recompensado com um contrato na Polydor, onde atuava como diretor, compositor, arranjador e maestro. Nessa função, ele reconheceu o talento de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, Pete, e Stuart Sutcliff, os Beatles original na época em que tocavam em Hamburgo. Foi Bert quem produziu seus primeiros discos com um cantor chamado Tony Sheridan. Quando Elvis Presley foi na Alemanha Ocidental, onde serviu o exército, e precisava de algumas músicas para o filme Saudades de um Pracinha (G.I. Blues), Bert escreveu "Wooden Heart".

Ainda em 1959, obteve relativo sucesso com seu primeiro single, "Midnight Blues", e também gravou "Wonderland by Night", que passou despercebida quando lançada pela primeira vez na Alemanha. Foi nessa época que decidiu fazer sua primeira viagem aos Estados Unidos, onde conheceu Milt Gabler, o chefe da Decca Records. Por conta desse contato, a Decca lançou o single com "Wonderland by Night" e obteve sucesso mundial. Foi o primeiro de uma série de discos de ouro na carreira. Bert também se destacou como compositor, e seu maior êxito foi com Strangers in the Night", gravada por Frank Sinatra e ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Canção do Ano, em 1966.

No entanto, Bert Kaempfert não estava interessado em estrelato, e preferia compor, arranjar e produzir do que aparecer na mídia. Ele ficou fora da ribalta até 1967, quando apareceu na televisão pela primeira vez como convidado do Jackie Gleason's Show. Em 1974, ele finalmente foi convencido a se apresentar ao vivo. Com sua grande orquestra tocou no Royal Albert Hall em Londres e fez um especial para a TV alemã com o cantor Freddy Quinn. Em 1979 fez um outro programa de TV, o "In Concert - Bert Kaempfert", com grande sucesso.

Em 21 de junho de 1980, dois dias depois que terminar uma turnê muito bem sucedida na Inglaterra, com o último concerto no Royal Albert Hall de Londres, Bert Kaempfert faleceu em seu retiro na ilha de Mallorca. Sua morte prematura, no auge da carreira, foi uma grande perda para seus muitos amigos e fãs. Mas a sua música permanece porque o Bert Kaempfert Orquestra foi reformulado pela filha de Bert, agora sob a direção de Tony Fisher, que recria o som do mestre para o mundo ouvir novamente. Saiba mais no site: http://www.bertkaempfert.co.uk/

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