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William Shakespeare - releituras de suas obras

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Published on Aug 30, 2006

A primeira adaptação para o cinema de uma obra de William Shakespeare de que se tem notí­cia foi filmada em 1899. Trata-se de uma cena de pouco mais de três minutos, retirada da peça Rei João. Desde então, seguiram-se centenas de versões, em dezenas de países. Cada geração de cineastas lidou com o texto de acordo com seu momento histórico e, nas melhores tentativas, demonstrou como uma obra que retrata tão bem o homem dificilmente perde sua atualidade. Shakespeare no cinema é um desafio. Nos palcos, o diretor conta com o texto e com o elenco para passar ao espectador sua história, e o ângulo de visão depende apenas de onde você está sentado. No caso do cinema, ele tem que lidar com trilhas sonoras, cenários elaborados e vários detalhes. Cada escolha em relação a estes elementos aponta para a interpretação que o cineasta deu ao texto. Alguns preferem, inclusive, alterar diálogos e encurtar as histórias. Não há nenhum problema nisso, já que cinema e teatro têm linguagens completamente diferentes. Além do que, estes textos existem há quatrocentos anos e estão aí para serem mexidos, analisados e apresentados de acordo com a época.
Uma das mais impressionantes características de Shakespeare é o cenário caseiro de suas histórias. Mesmo com a escolha freqüente de reis, rainhas e súditos - mais atraentes pelo glamour - não há qualquer respeito às tradições morais ou religiosas. Esses dilemas éticos são herança da tragédia grega e marca do Renascimento. Hamlet, Macbeth e Rei Lear são ótimos exemplos, e seus respectivos filmes são obras de arte: Ran (baseado em Rei Lear), Trono manchado de sangue (baseado em Macbeth) e Hamlet.
Algumas releituras de Shakespeare:
O livro sonho de uma noite de verão foi ao cinema duas vezes: Sociedade dos poetas mortos e Sonho de uma noite de verão
O clássico Romeu e Julieta é provavelmente a história de amor mais reconhecida da literatura ocidental. Dezenas de adaptações foram criadas para o cinema e teatro, incluindo transcrições fiéis e obras apenas inspiradas na história. Somente uma de suas versões (a de 1996) enriqueceu muita gente: O orçamento foi de 14,5 milhões de dólares, sendo que o filme arrecadou apenas nas bilheterias norte-americanas a quantia de 46 milhões.
A TEMPESTADE, RICARDO III, TITO ANDRÃ"NICO, Othello e o Mercador de Veneza foram outros sucessos de bilheteria.
Quem nunca assistiu as Patricinhas de Beverly hills? Pois é... também é inspirado em uma obra de Shakespeare: A megera domada, que também foi base para outro grande sucesso cinematográfico: 10 coisas que eu odeio em você. Os diálogos da peça original não foram totalmente modificados, o que dá um toque de magia ao filme, e o seu ponto alto é a declaração de Petric (que na peça original se chama Petruchio)

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