Loading...

Património nacional em negócios mafiosos do tio de Sócrates. Saque de 10 milhões

13,963 views

Loading...

Loading...

Transcript

The interactive transcript could not be loaded.

Loading...

Rating is available when the video has been rented.
This feature is not available right now. Please try again later.
Published on Apr 1, 2014

Hospital vendido por 10 milhões, a um privado que no mesmo dia, lucrou 11 milhões a vende-lo novamente a espanhóis.
Os terrenos e o antigo hospital de Arroios, foram vendidos pelo Estado português por 11,2 milhões de euros, em Novembro de 2004. A venda foi feita a duas empresas, do grupo Fibeira, que no mesmo notário e minutos depois voltaram a vender o espaço. Desta vez, o preço foi de 21 milhões de euros, mais 10 milhões, e a compradora foi uma sociedade imobiliária espanhola, a Reyal Urbis.
A denúncia foi efectuada em primeira mão pela TVI, em Janeiro deste ano (2011), na reportagem de Rui Araújo intitulada «Abutres».
A entidade pública responsável pela alienação dos terrenos do hospital é a Estamo, a sociedade que trata destes negócios em nome do Estado português. O administrador responsável à época foi constituído arguido, já que o caso chegou ao Departamento de Acção e Investigação Penal (DIAP) para ser investigado. As suspeitas de corrupção, fraude fiscal, branqueamento de capitais e peculato surgiram depois de um relatório das Finanças.
«Não, está completamente fora de causa. Desde o primeiro momento em que vi isto que sei qual é a notícia aqui: é a diferença de preços no mesmo dia. Parece semelhante ao problema dos CTT, em Coimbra, mas não é. A única coisa que posso concluir é que a empresa espanhola, ao que me dizem ligada ao Santader, entrou em Lisboa no sentido de inflacionar preços. Os contornos do negócio da Estamo estão fixados desde o contrato-promessa de Março de 2003 - logo, antes da aprovação de qualquer licenciamento», disse ao Sol.
O preço estava fixado por um contrato promessa compra e venda de desde 2003?? No entanto e segundo o video, no dia da venda esse contrato foi anulado, e de forma lesiva para o estado?

Ministério diz ser alheio à venda do convento de Brancanes a ex-sócio do ministro
Processo de alienação terá decorrido entre a Direcção-Geral do Património e a Estamo
O Ministério da Justiça diz ser 'alheio' ao processo de alienação do espaço do convento de Brancanes, antiga prisão regional de Setúbal, vendido a uma empresa de António Lamego, antigo sócio do ministro da justiça, Alberto Costa.
Ministério da Justiça refere que 'é alheio ao processo de alienação do imóvel, que decorreu entre a Direcção-Geral do Património e a Estamo, entidades tuteladas pelo Ministério das Finanças'.
Na mesma nota, o MJ explica que o imóvel não lhe interessava, dado 'não se adequar à função prisional a que estava destinado'.
Segundo o jornal Público, a venda do espaço foi realizada em 2007 'através de uma empresa de capitais exclusivamente públicos, a imobiliária Estamo, que, após um concurso público decidiu vender o espaço à imobiliária Diraniproject III por 3,4 milhões de euros, menos 892 mil euros do que o Ministério da justiça pagou pelo imóvel.

Segundo o Público, a empresa compradora denominava-se Diraniproject III e era administrada por António Lamego, antigo sócio do então ministro da Justiça, Alberto Costa, numa sociedade de advogados que conjuntamente com António Vitorino e José Lamego (seu irmão) criaram em 1999 e dissolveram em 2005.
Já ultrapassa os 230 milhões de euros o total arrecadado pelo Ministério da Justiça (MJ) em venda de património. No total, são cerca de 70 os edifícios alienados.

ARTIGO COMPLETO: http://goo.gl/DJKw7m

Loading...

Advertisement
to add this to Watch Later

Add to

Loading playlists...