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O Rei da Vela - leitura

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Published on Dec 9, 2012

Projeto de leitura dramática encerra ciclo com Oswald de Andrade

O Espetáculo "O Rei da Vela" foi apresentado na Quarta-feira (28/11/2012),
na Biblioteca da Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp, Câmpus de Marília.
O vídeo possui apenas dois pequenos recortes do 1º e 2º Ato da peça. Além das fotos dos leitores, peço desculpas a Sergio Del'Arco Filho que não saiu em nenhuma das fotos mas foi um dos integrantes presente.

O ciclo de leituras Dramáticas foi um projeto sob supervisão da professora Ana Portich e que conta com o apoio do Departamento de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia.


O ciclo consiste em leituras abertas de peças teatrais brasileiras, que são realizadas mensalmente no hall da Biblioteca. O projeto tem como finalidade divulgar, junto à comunidade acadêmica e ao público em geral, textos de teatro que, na segunda metade do século XX, buscaram pensar a política e a economia brasileiras em correlação com movimentos de esquerda de âmbito mundial.

Projeto que se iniciou com a peça de Gianfrancesco Guarnieri, "Eles Não Usam Black-Tie", em março, e apresentou Augusto Boal, em abril, Vianinha em maio, e o "Show Opinião", em junho, com participação da Orquestra Unespiana de Transgressões (OUT), apresenta, agora, "O Rei da Vela", de Oswald de Andrade, escrita na década de 1930, mas encenada somente em plena Ditadura Militar no Brasil. As leituras foram realizadas por alunos da Unesp de Marília.

O Rei da Vela

Oswald de Andrade escreveu a peça em 1933, que permaneceu inédita até 1967, quando o Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa, tornou-se célebre por esta montagem.

O enredo gira em torno de Abelardo I, um megaempresário habilidoso em manipular o aspecto ao mesmo tempo moderno e arcaico da economia brasileira. Enquanto sua fábrica de velas preserva este mercado frente aos altos custos de um tipo oneroso de energia --a elétrica--, que a grande maioria da população não pode pagar, investe na compra de latifúndios que a aristocracia cafeeira necessita vender após a crise de 1929.

Na peça aparecem assuntos de cunho político-econômico que se subordinam à crítica moral das classes dominantes, centrando-se na vida privada do protagonista, que está para se casar com uma moça de família quatrocentona. Daí todas as personagens serem caracterizadas, segundo a concepção do autor, como imorais.

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