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Transportadoras recorrem à escolta armada contra assaltos em estradas

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Published on Nov 11, 2012

Com a aproximação do Natal, aumenta a circulação de produtos de alto valor nas estradas e a procura por serviços de escolta fica ainda maior, cerca de 25%.

No interior de São Paulo, assaltos nas estradas obrigaram as transportadoras a contratar um serviço cada vez mais requisitado no Brasil.
Uma mão no volante, outra pronta para reagir a qualquer tentativa de assalto. Quase todo caminhão que transporta produtos de alto valor é escoltado por homens armados nas estradas paulistas. Segundo o diretor de uma grande empresa de produtos eletroeletrônicos, Márcio Ferez, mais que uma precaução, essa também é uma exigência das seguradoras.
"É como sair com um carro sem seguro da garagem de casa. A gente não tira o caminhão daqui sem escolta armada de forma alguma", afirma ele.
O Brasil é campeão mundial em número de escoltas armadas. São mais de 1200 todos os dias. Os dados são do sindicato da categoria no estado de São Paulo. Com a aproximação do Natal, aumenta a circulação de produtos de alto valor nas estradas e a procura por serviços de escolta fica ainda maior, cerca de 25%.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Escolta de São Paulo, 85% dos roubos de carga no estado acontecem em um raio de 150 km da capital. As rodovias Anhanguera e Bandeirantes estão entre as mais perigosas. O motivo é que elas fazem a ligação entre a capital paulista e um dos principais terminais de carga do país, o Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Além disso, a região concentra dezenas de empresas que fabricam e montam produtos eletrônicos.
Um caminhão que saiu de Campinas e seguia para Belo Horizonte foi cercado por uma quadrilha. Os dois seguranças que faziam a escolta foram dominados e a carga de 800 computadores portáteis colocada em outro veículo.
"Hoje está um absurdo. Para você ter uma ideia, a cada cinco roubos de cargas e ataques a empresas com escolta armada quatro são na região de Campinas, Sumaré, Hortolândia e Jundiaí", ilustra o presidente do sindicato, Autair Iuga.
Entre julho e setembro, foram registrados 1710 roubos a cargas no estado de São Paulo.

"O volume de carga com um valor muito alto é enorme dentro dessas rodovias. Obviamente é nesses locais que esses marginais costumam atacar e nós trabalhamos em cima disso para evitar que esse delito ocorra", afirma o comandante da Polícia Rodoviária de Jundiaí, capitão Vladimir Ribeiro.

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