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CULTNE DOC - Clube do Cozido - Velha Guarda da Estacio - Pt2

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Published on May 5, 2011

Sucesso em toda quarta-feira por mais de 4 anos, o Clube do Cozido comandado por Márcia Black e Michele Carvalho, no Barril 8000 vem recebendo grande nomes da MPB, principalmente do mundo do samba na roda que relembra sambas da década de 30 até 90. O grupo de frernte é o Divino Dom, formado por Ari Jr(banjo), Juninho(cavaquinho), Diogo(violão 07 cordas), André Orelha(surdo), Luiz Augusto(percussão geral), Rafael(percussão geral), Felipe(tantan) e Marcelo(percussão geral) toca músicas, voltadas para os amantes do samba e que marcaram época. No repertório, clássicos de compositores e cantores que frequentam ou já estiveram no Clube do Cozido como Zeca pagodinho, Dorina, Serginho Meriti, Alindo Cruz, Almir Guineto, Monarco, Mauro Diniz, Luiz Carlos da Vila, Xande de Pilares e etc.

O Projeto Clube do Cozido nasceu da vontade de Márcia Black e um grupo de pessoas determinadas em relembrar sambas antigos, buscando desta forma resgatar todas as vertentes, seja ele de terreiro, de breque, de roda, rasgado, partido alto, etc. Voltado para a preservação do essência do samba, ou seja, o autêntico, os idealizadores do Projeto buscam não somente a divulgação do samba dito "da Antiga", mas principalmente a preservação da cultura.

Mais um projeto vem ocorrendo no Clube do Cultne no resgate as velhas guardas das escolas de samba do Rio de Janeiro. A primeira a ser homenageada foi a Velha Guarda da Estacio de Sá, a primeira escola de samba do país. Cultne em parceira com o Clube do Cozido registrou os grandes bakuartes da velha escola, como o famoso Zeca da Cuica que nos brindou com o seu som e sua fantástica história.

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Estácio de Sá

A escola de samba da cidade do Rio de Janeiro, foi fundada em 27 de fevereiro de 1955 com o nome de Unidos de São Carlos, resultou da fusão das escolas existentes no Morro de São Carlos, no bairro do Estácio. Eram elas: Paraíso das Morenas, Recreio de São Carlos (antiga Vê Se Pode) e Cada Ano Sai Melhor (antiga Para O Ano Sai Melhor).

Seus fundadores foram Miro (primeiro presidente), Caldez, Neca Bonitão, Cândido Canário, Sidney Conceição, Zacharias do Estácio, José Botelho, Maurício Gomes da Silva, Walter Herrice, Manuel Bagulho, entre outros. Originalmente tinha as cores azul e branco, passando a vermelho e branco em 1965. O nome de Estácio de Sá foi adotado em 1983, sendo que atualmente está sediada na Avenida Salvador de Sá.

Estreou entre as chamadas grandes escolas do Rio em 1968, com o enredo Visita ao Museu Imperial. Nas décadas de 70 e 80 alternou brilhantes desfiles no grupo principal com rápidos deslizes.

Entre seus sambas considerados de melhor qualidade, estão os dos carnavais de 1975 (A festa do Círio de Nazaré - 10º lugar no então Grupo 1) e 1976 (Arte negra na legendária Bahia - 10º lugar no Grupo 1).

Em 1985, o enredo Prata da Noite homenageou o ator Grande Otelo, que desfilou ao lado da vedete Watusi, no último carro alegórico, que reproduzia o palco da casa de shows Scala onde os dois atuavam juntos, na época.

Posteriormente, vieram dois quintos lugares, no Grupo Especial, em 1990 (Langsdorff, delírio na Sapucaí) e 1991 (Brasil, brega e kitsch).

Antes do campeonato, a Estácio de Sá obteve sua melhor classificação em 1987, quando conquistou o 4° lugar com o enredo O ti-ti-ti do sapoti. Dando continuidade a um tipo de enredo satírico, descontraído, mas conseqüente, a Estácio apresentou, em 1988, O boi dá bode e em 1989, Um, dois, feijão com arroz. Os três de autoria de Rosa Magalhães.

A Estácio de Sá conquistou sua maior glória sagrando-se campeã do carnaval do Rio de Janeiro em 1992 com o enredo Paulicéia desvairada - 70 anos de Modernismo, desenvolvido por Mário Monteiro e Chico Spinoza, num desfile que empolgou a Sapucaí e fez o público das arquibancadas mover-se no ritmo de sua marcante bateria.

Em 1997, a escola tira o 13º lugar com o enredo Através da Fumaça, o Mágico Cheiro do Carnaval, sendo rebaixada para o Grupo de Acesso. Desde o descenso, a escola passou a enfrentar muitos problemas, acarretando inclusive um inédito rebaixamento para o Grupo B, em 2004. Em 2005, com a reedição de seu tema de 1976, Arte Negra na Legendária Bahia, a Estácio conquistou o título do Grupo B. E em 2006, a escola, assumida pelo já consagrado carnavalesco Paulo Barros, venceu o Grupo A com a reedição do enredo Quem é Você ?, de 1984

Em 2007, depois de dez anos, a Estácio voltou ao Grupo Especial, onde abriu o desfile das escolas de samba do Grupo Especial, no domingo de carnaval, reeditando o samba-enredo O ti-ti-ti do sapoti, de 1987. Terminou em último lugar, voltando ao Grupo A.

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