Em 5 de junho de 1989, uma imagem se tornaria uma das mais lembradas do século 20. Um jovem solitário e desarmado enfrentava uma fileira de tanques de guerra na Praça da Paz Celestial, ou Tian'anmen para os chineses.
Tudo começou com a morte do dirigente comunista reformista Hu Yaobang. Mais de 100 mil estudantes, trabalhadores e intelectuais se uniram em marchas pacíficas pelas ruas de Pequim. Além de liberdade e reformas democráticas, os manifestantes também protestavam contra a corrupção e a inflação resultante da abertura econômica.