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MORTE SÚBITA NO FUTEBOL - Um risco que pode ocorrer novamente

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Published on Apr 22, 2011

http://www.futebolinterior.com.br/new...

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O video destaca o risco de morte súbita para pessoas, notadamente os atletas, que desenvolvem hipertrofia do ventrículo esquerdo exagerada (acima de padrões considerados "normais" do "coração de atleta"), caracterizado por uma hipertrofia patológica. Nestas condições o ventrículo esquerdo tenta bombear o sangue para a artéria aórtica, prejudicado expressivamente pela existência de colágenos e massa muscular elevada, agravado pela ineficiência coronáriana esquerda na irrigação da área. Deste modo, a condução do potencial elétrico necessário para a contração do músculo cardíaco torna-se prejudicado e o débito cardíaco cai de maneira marcante (DC = zero), culminando com parada cardíaca. O socorro através da utilização de um desfribilador deve ser imediato, cuja colocação dos eletrodos de estímulo indireto devendo estar posicionados na base e no ápice do coração (sentido do potencial elétrico cardíaco), no intuito de fazer toda essa massa ventricular esquerda contrair-se rapidamente. Caso contrário, a morte será inevitável. Enfim, uma situação dramática e triste como a verificada com o jogador "Serginho" (São Caetano), numa partida contra o São Paulo, ocorrida no maior estádio particular do mundo, em 27 de outubro de 2004. Vale ressaltar a importância da área médica e física dos clubes de futebol monitorarem a adaptação ventricular esquerda (hipertrofia ventricular) dos seus atletas, tanto no profissional como nas categorias de base, provocada pelo treinamento físico constante, verificando um possível surgimento de anomalias de ordem patológica promovendo arritmias, isquemia, etc, e ainda, programarem os treinos físicos evitando ou minimizando uma exaustão extrema persistente, aplicando-se as recuperações suficientes ou completas dos atletas. Complexo QRS alargado, intervalo QT longo (o intervalo QT normal está entre 0,40 a 0,44 segundos) , desnivelamento do segmento ST (infra ou supra) e onda T negativa podem ser verificados no eletrocardiograma, além de despolarização ventricular comprometida, eixo médio ventricular entre 0 e menos 30 graus (1º quadrante) e isquemia do músculo cardíaco. Os exames eletrocardiográficos e o diagnóstico ecocardiográfico, além da análise da variabilidade da frequência cardíaca - VFC são sugeridos sempre. A hipertrofia causada por sobrecargas hemodinâmicas pode conduzir à hipertrofia adaptada (fisiológica) ou mal-adaptada (patológica). Hipertrofia fisiológica é aquela desenvolvida em decorrência da sobrecarga hemodinâmica transitória, como as observadas no crescimento cardíaco durante a adolescência e a gestação, e em resposta a exercícios regulares, enquanto a hipertrofia patológica é aquela decorrente de sobrecarga hemodinâmica persistente (Kempf e Wollert, 2004). Para Magalhães e colaboradores (2008), a hipertrofia cardíaca induzida pelo treinamento físico é considerada fisiológica e desenvolvida de forma simétrica no coração, sendo que as mudanças estruturais são dependentes da natureza, duração e intensidade do exercício.
Um estudo desenvolvido na Espanha pretende demonstrar que o coração dos jogadores de futebol é diferente dos de atletas de outros esportes, o que poderia ter alguma relação com os casos de morte súbita nos gramados.
Segundo o laboratório Genetest, que promove o estudo, a causa mais frequente da morte de atletas durante a prática de futebol é um engrossamento (espessamento) que ocorre nas paredes do coração. "Trata-se de uma doença genética que, como consequência do exercício intenso persistente, pode gerar arritmias letais", disse o documento fornecido pelo laboratório.
Um grupo de 30 jogadores dos clubes Cádiz e Xerez participou do estudo, que inclui eletrocardiograma, teste de esforço, ressonância magnética, entre outros procedimentos. "O futebol é um esporte muito dinâmico. Com o tempo, ele pode provocar o aumento da massa muscular cardíaca". Um dos médicos envolvidos na pesquisa não hesitou ao dizer que "o coração de jogador do futebol de rendimento é diferente do coração de atleta" (fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/es...).

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