Beatriz representa com muito orgulho os trabalhadores da atividade agrícola. Ela conta das dificuldades que os seus pais enfrentaram há 50 anos na zona rural. “A evolução que teve não tem explicação”. Através de políticas públicas, ela e sua família empreenderam uma agroindústria familiar onde produzem, processam e vendem seus produtos. E ela manda seu recado: “Neste 1º de Maio vamos dizer não à terceirização, vamos manter nós, os trabalhadores, à frente das atividades. Precisamos ser responsáveis pelo plantio, pela colheita e pela venda. Não à terceirização”.