Estamos vivendo a maior revolução cultural, criativa e comportamental da história da humanidade. E os Creators estão no centro dessa revolução.
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Realização: youPIX
Co-realização: BIT FILMES
Direção e roteiro: Bia Granja e Jackeline Salomão
Colaboração Criativa: Rosana Hermann e Pirulla
Narração: Pirulla
Produção: Felipe Ventura
Edição: Jackeline Salomão, Rodrigo Mosca e Victor Mello
Finalização: Rodrigo Mosca
Trilhas: Maestro Billy / Mellancia.com.br
Edição das pílulas: Felipe Alfieri (Rede Snack)
Foto do Thumbnail: Orquestra de Imagens
Captação e entrevistas no youPIX CON: Carina Fragozo, Caio Vinicius Pires, Felipe Ventura, Leandro Fiamenghi, Nina Dutra, Maira Azevendo Pompeu, Thiago Maia, Victor Freitas, Tatiany Leite
Agradecimentos: Canal Setcetera, Canal English in Brazil, Canal Quatro Patas, Canal Tito Mello, Canal Drelacionamentos, Renato Kaufmann, Rodrigo Prata e Fábio Bispo
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O que é, afinal, um creator? O que significa ser precursor de um movimento criativo ao mesmo tempo em que se tenta acontecer, ganhar dinheiro, ser profissional, a ponto de até inventar novas profissões?
Qual o tamanho desse mercado? Como creators se tornaram tão influentes para audiências cada vez maiores? O que faz deles uma referência para milhares de pessoas? Como transformam talento em negócio?
Como explicar um youtuber (Christian Figueiredo) que está há mais de 40 semanas na lista de livros mais vendidos do país? Ou um blog (Não Salvo) que tem 270 mil leitores diários, uma circulação só um pouco menor do que o maior jornal do país? Como um youtuber (PewDiePie) faturou mais de 7 milhões de dólares em um ano? Como um canal (Porta dos Fundos) conseguiu reunir quase metade da audiência da TV a cabo no Brasil?
The Creators Shift é um documento em vídeo que faz um retrato do mercado de creators no Brasil, respondendo à essas e outras questões sobre essa nova profissão.
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MANIFESTO WE LOVE CREATORS
Impulsionada por uma conectividade cada vez mais onipresente e móvel, estamos vivendo a maior revolução cultural, criativa e comportamental da história da humanidade.
O poder de determinar o que as pessoas devem pensar não está mais nas mãos das empresas de mídia.
Se expressar e ter audiência não está mais ligado a poder econômico.
A internet deu voz pra quem antes ficava quieto.
Ela ampliou nossa visão de mundo, porque possibilitou que outras expressões e ideias pudessem circular e encontrar eco.
Somos 120 milhões de brasileiros online, são 120 milhões de expressões possíveis.
A internet nos colocou como protagonistas das nossas próprias vidas. Agora, cada um vai atrás do mundo que mais lhe toca e constrói os caminhos de uma nova cultura, de uma nova forma de colaboração e comportamento.
Com a internet, o anônimo se mostrou pro mundo, o pequeno passou a ter voz e se tornou grande, gigante, muitas vezes maior que as empresas que controlavam o que ele tinha que pensar, gostar, ouvir, ler e consumir.
Foi assim que chegamos onde estamos, um momento criativo sem igual, onde todos esses pequenos fazendo seus conteúdos e construindo comunidades engajadas estão quebrando paradigmas na comunicação e na cultura, fazendo ruir sistemas antigos que já não faziam o menor sentido.
E essa revolução criativa está na mãos deles, os creators.
Blogueiros, youtubers, snapchaters, instagrammers, viners e toda sorte de criadores de conteúdo digital que estão fazendo com que a gente interaja com o conteúdo de um jeito totalmente diferente.
Ser creator é ser gente comum, gente de verdade. É se expressar de um jeito autêntico e fazer conteúdo de cara e alma lavada, livre de estereótipos.
Essa galera democratiza o acesso à informação, tem opinião, discute e ensina coisas, questiona o status-quo, inspira e entretem.
E faz todas essas coisas sob uma perspectiva humana e muito real. Não é um trabalho baseado no que alguém numa sala acha que é um millennial, ou qualquer outro target que precisa ser atingido.
Ser creator é ser protagonista ativo da nossa história, não mais um mero espectador passivo.
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