De acordo com o delegado Fernando Hernandes Martins, além do agrotóxico pirata, foram apreendidos lacres de segurança, rótulos e galões, além de diversas substâncias químicas ainda não identificadas. O laboratório de produção funcionava na residência do suspeito, de 42 anos. Recebemos informações de que naquela região havia uma quadrilha que estava agindo na fabricação e venda destes produtos, explicou o delegado.
O homem foi autuado em flagrante por crime ambiental. Ele foi conduzido à carceragem de Araruna, onde permanece à disposição da justiça. A pena para este tipo de crime varia de um a quatro anos de reclusão. O delegado ainda afirma que as investigações continuam para verificar a participação de outras pessoas no crime.
Os compradores, principalmente da região de Maringá, sabiam que o agrotóxico era de origem ilícita, mas acreditavam que se tratava de produto contrabandeado. Os produtores achavam que era verdadeiro, disse Martins.
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