Diz o poeta que "O Homem sonha, a obra nasce".
Vamos sonhar que é possível escrever a história do Barreiro, incluindo a indústria que faz integrante do nosso Património, da nossa Memória, que queremos preservar para o Futuro dos nossos filhos.
Vamos sonhar que é possível que no território de Alburrica, onde se encontra o terreno em causa, não vai nascer um condomínio privado, de luxo, composto por enormes blocos de cimento que cortem a vista para o rio, que destruam o último moinho de maré que existe no Barreiro.
Vamos sonhar, porque, talvez sonhando, a obra nasça!
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