A história da Campanha da Fraternidade - uma das várias iniciativas do Movimento de Natal - teve origem alguns anos antes do início do Concílio Ecumênico Vaticano II, com um pequeno grupo de padres recém-ordenados, sob a coordenação de Dom Eugenio Sales, na Diocese de Natal.
Dom Heitor de Araujo Sales, então sacerdote potiguar, estudando na Europa e passando as férias na Alemanha, trouxe todo o material da estrutura da Misereor e a divulgação de suas campanhas. Na sede do Movimento de Natal, os subsídios vindos da Europa foram traduzidos e adaptados à realidade brasileira. Um grupo estudou o assunto, escolheu o nome que vigora até hoje - Campanha da Fraternidade -, organizou da melhor maneira a Campanha com essa dupla finalidade: evangelizadora e social.
Foi na cidade de Nísia Floresta que surgiu o embrião da Campanha da Fraternidade. Caminhadas à pé, de casa em casa, de rua em rua, de povoado em povoado. Quase paralelamente às marchas, foram criadas as Semanas da Fraternidade.
A primeira Campanha da Fraternidade ficou restrita à Diocese de Natal, em 1962.
Atualmente, na sua trajetória nacional desde 1964, coordenada pela CNBB, com nobres objetivos, a Campanha alcança novos horizontes incluindo a comunhão com outras igrejas cristãs.
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