Corajoso pastor, mártir do regime comunista húngaro, morto em 4 de março de 1951 em decorrência de torturas no campo de internamento de Kistarcsa. O bispo Zoltán Lajos Meszlényi, auxiliar da diocese de Esztergom entre 1937 e 1950, sacrificou a sua vida pela Igreja e pelos fiéis durante as perseguições da ditadura. Foi beatificado em 31 de outubro na Basílica de Esztergom durante uma Santa Missa presidida pelo Cardeal Péter Erdő, primaz da Hungria.O beato Zoltán Meszlényi nos convida a sermos fiéis ao Evangelho da vida e da verdade. Esta é sua mensagem de hoje: viver na comunhão, na liberdade e na caridade, e construir, promover e testemunhar uma civilização do amor, da vida e da fraternidade universal, lê-se na mensagem do arcebispo Angelo Amato, prefeito da Congregação das Causas dos Santos e representante do Papa na celebração, durante a qual leu a fórmula de beatificação.Na sua homilia, o cardeal Péter Erdő, arcebispo de Esztergom-Budapeste, definiu o Servo de Deus Meszlényi um modelo de testemunho de homem cristão fortalecido pelo Espírito Santo, muito atual também nos nossos dias.Também hoje afirmou percebemos que o nosso egoísmo individual e comunitario, a nossa miopia, o nosso desejo de poder, os nossos ódios, nos fazem cair em uma armadilha da qual não podemos nos libertar com as nossas forças Deste círculo infernal, somente o amor misericordioso de Deus nos pode salvar.A fidelidade dos mártires disse por fim o Cardeal Erdő - é fonte de esperança para todos nós.
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