Absurdo - Jornal Nacional - MEC diz que aluno não precisa seguir gramática!

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Uploaded by on May 14, 2011

Reportagem exibida no Jornal Nacional, da Rede Globo, noticiando o absurdo em que o MEC defende que os alunos não mais necessitam se preocupar com as regras gramaticais, e que não existe "erro e acerto", mas apenas "apropriado e inapropriado". Tomara que os alunos compreendam que inapropriado significa "nunca" e que "apropriado" significa "sempre", nesse caso...

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Education

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Uploader Comments (coisapublicacombr)

  • Essa autora deve ser discípula de Marcos Bagno, ou seja, presta um desserviço ao já frágil sistema de educação do país.

  • Interessante notar que Bagno defende que a variação linguística é fenômeno irreprimível e que acontece com todas as línguas vivas faladas no mundo. Mas não vejo no discurso de Bagno uma abordagem a respeito das forças que exercem pressão sobre estas variações, crendo mesmo que no caso do Brasil, a maior força que vem promovendo esta variação é a própria inadequação da educação, que não atinge a todos e agora parece não ter o objetivo de corrigir ou ensinar aos que alcança. Oficializar é + fácil?

  • É impressionante a ignorância da mídia (ou maldade mesmo? preconceito?). Não leram nada do que foi publicado nos últimos 100 anos em linguística.

  • Compreendo perfeitamente a necessidade do indivíduo (todos) em "ter razão". Porém creio que seria mais salutar uma explicação sobre o por quê de alguém considerar uma opinião divergente como sendo "ignorância". Afinal, também possuo formação na área, e concordo plenamente com as opiniões exibidas nas reportagens (estou publicando a da Band também). Mantenho a opinião de que abundância de leitura não nivela entendimentos. Se desejarem mais espaço para o debate, visitem coisapublicacombr.

  • O senhor digníssimo publicador do vídeo deveria ao menos ler sobre o assunto antes de repetir o discurso equivocado do JN. O que o programa fez foi deturpar mais de 50 anos de estudos da linguística moderna. Tenho pena e nojo da ignorância prepotente da mídia. Nenhuma das opiniões dadas pelo MEC, pela autora e pela doutora se opõem, mas foram dispostas a simularem uma falsa polêmica, que é o que atrai a atenção do público, infelizmente.

  • Acredita que mais leitura sobre o assunto mudaria minha opinião? Porque acredita que não houve muita leitura ou mesmo formação na área? Mais leitura é suficiente para nivelar entendimentos? Sabe que opiniões podem divergir mesmo que a base literária dos interlocutores seja a mesma, não? A construção do conhecimento se restringe à "bibliografia"? Nojo de opiniões divergentes e juízo de valor ("ignorância prepotente") seria o melhor caminho para um debate público ou pode inviabilizar o consenso?

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All Comments (24)

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  • Os livro...

  • Idealmente, um ensaio, e não um livro didático.

  • Existe um livro chamado "xenophobes guide to the americans, canadians etc" em várias versões para praticamente todos os países, exceto o brasil. Poderia-se fazer uma versão brasileira desse livro em oposição ao mec. Se um cara vier me falar os livro, eu nem olho na cara dele hahahahahahah

  • @taipasboy Espero que você tenha estudado mais do que ele para dizer com propriedade que ele presta um desserviço ao nosso país.

  • Parabéns à autora do livro por trazer o tema a debate. Que pena que ela gaguejou para defender o seu trabalho no jornal. Jornalistas também deveriam estudar mais os temas antes de emitir opiniões em seus jornais. Para chamar algo de "problema", é necessário ter muita propriedade sobre o assunto, se não a tiverem, tentem ser o mais imparcial possível em suas reportagens. Ensinar o padrão sim, mas podemos ir além nas nossas reflexões!

  • Ê, Raquel, será que a sua fala no jornal foi editada da maneira que você queria, hein???? É importante entender que vamos à escola para aprender o padrão, que é o que não conhecemos naturalmente, mas isso não quer dizer que é proibido refletir sobre as diversas maneiras de usar a língua, que é tão rica em recursos, em elementos, em história, que é muito mais linda e complexa do que simples e chatas regras gramaticais.

  • artigo 26º da Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (Barcelona 1996) diz que:"Todas as comunidades linguísticas têm direito a um ensino que permita a todos os seus membros adquirirem o perfeito conhecimento da sua própria língua, com as diversas capacidades relativas a todos os domínios de uso da língua habituais" Ela diz TODOS os domínios habituais de uso da língua! Aprender a norma culta é um dever de todos e usar a sua variedade linguística é um direito que deve ser assegurado.

  • @maurimontessi Pois e... Desde quando Jornalista sabe sobre Linguistica? Para ser jornalista, nao precisa de Diploma, hahaha. Com certeza e maldade...

  • Desculpa por orgulho para dizer que não errou. pqp continua assim que nós vamos continuar lendo os livro.

  • @Floydroyal

    Nunca a linguística negou que é necessário conhecer e compreender as regras da gramática padrão. Porém não para substituir a "fala caseira", popular, e sim para somar, ampliar a possibilidade de usos linguísticos do falando, permitindo que ele adéque os diversos níveis de fala e escrita à situação de comunicação.

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