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Trailer do 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo

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Uploaded by on Jul 31, 2008

12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo - 5 a 10 de Agosto de 2008
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Para a abertura do 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo, convidamos o diretor do filme "Lemon Tree", Eran Riklis, que estará presente nas sessões do filme. Para o encerramento do Festival, escolhemos o filme "Os Falsários", Oscar de melhor filme estrangeiro em 2007, que será precedido da cerimônia de premiação dos melhores filmes de ficção e documentários eleitos pelo júri popular. Os filmes vencedores serão exibidos no domingo dia 10/08.

Na categoria "Ficção" do 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo, competem dez filmes. Quatro histórias retratam comunidades da diáspora: 'Arranjos', 'Shivá à Mexicana', 'Má Fé' e 'Max Minsky e Eu'. O fantasma do genocídio ronda três produções: 'O Ladrão de Memória', 'A Viagem de Nina' e 'Peças em Fuga'. Três produções israelenses -- 'Mas que Belo País', 'Noodle' e 'Vasermil' -- descrevem uma sociedade multifacetada e conflituosa.

Na categoria "Documentários" do 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo concorrem dez produções, com destaque para Uma Nota de Triunfo: a Era Dourada de Norman Corwin, Os Judeus Esquecidos e Europa Saqueada -- levantamento minucioso sobre a pilhagem de obras de arte na era nazista. Israel será representado por quatro produções: Ponte sobre o Wadi, Hotel Nove Estrelas, Três Vezes Divorciada e Uma Lição de Hebraico. Da América do Norte, Atitude Ortodoxa aborda o universo do boxe, Making Trouble presta homenagem às mulheres comediantes e Mahjong revela a presença judaica na China.

Em 60 anos, Israel conseguiu criar um pólo cinematográfico de grande destaque. O Festival traz um ícone de cada década a partir dos anos 60, para representar a trajetória da cinematografia israelense, através de onze filmes. O antológico humor de Ephraim Kishon aparece em duas produções: Sallah (1964) e O Grande Buraco (1970) -- painéis hilariantes do jovem Estado judeu. Conflito e drama são os ingredientes de Noa aos 17 (1982) e Kadosh (1999). Doses de comédia e drama temperam Casamento Arranjado (2001). A série de obras ficcionais é fechada com O Pequeno Traidor (2007). Do arquivo do NCJF, apresentamos O Que Eu Vi em Hebron, Viver para o Amanhã, Quatro Amigas e Sonhadores e Construtores mostrando fatos e cenas históricas da construção do país. E sem fronteiras, Conhecimento é o Início traz a força da música como linguagem de paz. Agradecimentos especiais a Israeli Films e ao National Center of Jewish Film (NCJF).

O 12º Festival de Cinema Judaico de São Paulo abre espaço para destacar e estimular a produção nacional com três filmes que terão a sua pré-estréia nesta edição do evento. A identidade é o tema que perpassa o documentário Transoceano. A sociedade multifacetada no Nordeste Brasil do século 17 atravessa O Rochedo e a Estrela. E uma curiosa "ponte" entre o Brasil e Israel é construída no curta-metragem Varenick com Vatapá.

Category:

Film & Animation

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