A Internacional - The Internationale - versão portuguesa / portuguese version

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Uploaded by on Feb 4, 2010

A Internacional - Proletários de todos os paises uni-vos!

A Internacional
De pé, ó vítimas da fome!
De pé, famélicos da terra!
Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra.
Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé, não mais senhores!
Se nada somos neste mundo,
Sejamos tudo, oh produtores!

Refrão
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Duma Terra sem amos }bis
A Internacional.

Messias, Deus, chefes supremos,
Nada esperemos de nenhum!
Sejamos nós quem conquistemos
A Terra-Mãe livre e comum!
Para não ter protestos vãos,
Para sair deste antro estreito,
Façamos nós por nossas mãos,
Tudo o que a nós diz respeito!

Refrão

L'International en portugais
La Internacional en portugués
The International in Portuguese
Die Internationale in portugiesischer Sprache
L'International in portoghese
ІНТЭРНАЦЫЯНАЛ па-Партугальская
ИНТЕРНАЦИОНАЛ по-португальски
INTERNACIONÁLA v portugalštině




A Internacional A Internacional foi composta em 18 de Junho de 1888 por Pierre Degeyter (1848-1932), operário de origem belga fixado com a sua família na cidade francesa de Lille. Naquele dia fora oferecido a Degeyter um livro de poemas de Eugéne Pottier (1816-1887), operário francês, membro da Comuna durante a qual foi eleito maire do 2.º Bairro de Paris. Após o sangrento esmagamento da Comuna, em cuja defesa participou, Pottier partiu para o exílio durante o qual escreveria diversos poemas, entre os quais o que viria a constituir a letra de A Internacional. É fundamentalmente a partir de 1896, após a realização do congresso do Partido Operário Francês realizado nesse ano em Lille e durante o qual foi tocado e cantado, que o hino se espalha por toda a França e pela Europa através dos delegados estrangeiros presentes. Não há memória da data da chegada de A Internacional a Portugal ou do autor da versão portuguesa da sua letra. É contudo claro que ela acompanha de perto o original francês, reflectindo no seu fraseado a influência da literatura e poesia ligadas ao anarco-sindicalismo, maioritário no movimento operário português nas primeiras décadas do século passado. Não se conhecendo qualquer registo fonográfico português do hino anterior a 1926 e à sua proibição pelo fascismo, é de admitir que a primeira gravação seja a realizada para o LP "Cânticos Revolucionários em Português", gravada em Lisboa em 1975 pela editora Metro-Som (LP 105), com interpretação de "elementos dos coros da Fundação Calouste Gulbenkian e do Teatro S. Carlos e intervenção da Banda Portuguesa, Siegfried Sugg no acordeão e Daniel Louis em toda a percussão". A direcção musical é de J. Machado e J. Gomes, seguindo os arranjos muito de perto as versões francesas então mais conhecidas, nomeadamente as popularizadas pelo Groupe 17.
Por altura da comemoração do 60.º aniversário do Partido Comunista Português (1981), integrou-se no programa a produção e gravação de uma versão claramente portuguesa do que os estatutos do PCP definem como respectivo hino.

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Top Comments

  • "Messias, Deus, chefes supremos,

    Nada esperemos de nenhum!"

  • Parabens pola vosa colaboración:Zedotehlado e banheirense neste entrañable video. e por suposto:

    ...Bem unidos façamos,

    Nesta luta final,

    Duma Terra sem amos }bis

    A Internacional.

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All Comments (34)

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  • Solidarity from Polish working class!

    Viva a revolução Português!

  • porra e impossivel nao se ficar comovido até aos ossos com isto

  • A LUTA CONTINUA

  • Коммунизм в условиях свободы -- будущее человечества!

  • Viva socialism from Czech Republic

  • Ó miséria! Não são brasileiros ou portugueses os donos da língua portuguesa. Uma língua, por definição, não tem donos! Não sou a favor de qualquer preconceito e intolerância, e isso inclui o preconceito linguístico. É impensável que, diante dA Internacional, alguns camaradas se fiem em tanta pequeneza.

    Mas, Lusitanus, tenha piedade! Dizer que ônibus vem de 'bus' em inglês é ignorar a própria língua, e um grande equívoco. 'Ônibus' (e também 'bus', etc.) vem do latim, 'omnibus': 'para todos'.

  • @proletinkult kkk eita depois falam dos portugueses

  • @doideirax Eu também sou português e abomino o nacionalismo e mais ainda a xenofobia. O Lusitanus é um fascista, por isso é natural que seja nacionalista e xenófobo. E tu, és fascista?

  • @0YTMan vocês dominam a lingua?? por haver mais falantes não quer dizer que dominam, tens uma visão mto arcaica das coisas....os estrangeirismos são tão importantes como a vossa aprendizagem do português aprendam falar português, para que se possa distinguir esses estrangeirismos saloios....

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