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Sem amor não se pode viver: Inspirados para amar 2/2

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Uploaded by on Jul 10, 2011

Não odiar o inimigo, não retribuir o mal com o mal, renunciar à vingança, perdoar sem rancor, eram coisas que então - e ainda hoje, não nos enganemos - se consideravam como uma conduta insólita, demasiado heróica, fora dos padrões normais. Até aqui chega a mesquinhez das criaturas.

Jesus Cristo, que veio salvar todos os homens e deseja associar os cristãos à sua obra redentora, quis ensinar aos seus discípulos - a ti e a mim - uma caridade grande, sincera, mais nobre e valiosa: devemos amar-nos mutuamente como Ele ama a cada um de nós. Só desta maneira, imitando - dentro da nossa rudeza pessoal - os modos divinos, conseguiremos abrir o nosso coração a todos os homens, amar de um modo mais alto, inteiramente novo.

Que bem puseram os primeiros cristãos em prática esta caridade ardente, que sobressaía com excesso para lá dos cumes da simples solidariedade humana ou da benignidade de caráter! Amavam-se entre si, doce e fortemente, enraizados no Coração de Cristo. Um escritor do século II, Tertuliano, transmitiu-nos o comentário que os pagãos faziam ao contemplarem, comovidos, a conduta dos fiéis do seu tempo, tão cheia de atrativo sobrenatural e humano: Vede como se amam, repetiam.

Se percebes que tu - agora ou em tantos pormenores do teu dia - não mereces esse louvor, que o teu coração não reage como devia às instâncias divinas, pensa também que chegou para ti o tempo de retificar. Atende ao convite de São Paulo: Façamos o bem a todos, especialmente aos que pela fé pertencem à nossa própria família, ao Corpo Místico de Cristo.


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O principal apostolado que nós, os cristãos, temos de realizar no mundo, o melhor testemunho de fé, é contribuir para que dentro da Igreja se respire o clima da autêntica caridade. Quando não nos amamos de verdade, quando há ataques, calúnias e rixas, quem se sentirá atraído pelos que se apresentam como mensageiros da Boa Nova do Evangelho?

É muito fácil, e está muito de acordo com a moda, afirmar com a boca que se ama a todas as criaturas, quer creiam ou não. Mas, se quem fala assim maltrata os irmãos na fé, duvido que na sua conduta exista algo diferente do palavreado hipócrita. Pelo contrário, quando amamos no Coração de Cristo os que conosco são filhos de um mesmo Pai, estão associados numa mesma fé e são herdeiros de uma mesma esperança, a nossa alma se engrandece e arde em ânsias de que todos se aproximem de Nosso Senhor.

Venho recordando-vos as exigências da caridade, e talvez um ou outro possa pensar que está faltando precisamente essa virtude nas palavras que acabo de pronunciar. Nada de mais oposto à realidade. Posso assegurar-vos que, com um santo orgulho e sem falsos ecumenismos, me enchi de profunda alegria quando, no passado Concílio Vaticano II, ganhava corpo com intensidade renovada a preocupação de levar a Verdade aos que andam afastados do único Caminho, o de Jesus, pois me consome a fome de que a humanidade inteira se salve.
http://www.pt.josemariaescriva.info/etiqueta/amor-de-deus
http://pt.escrivaworks.org/result.php?page=1&search=amor&point=&b...
http://www.escrivaworks.org.br/result.php?page=1&search=amor&point=&a...
http://www.escrivaworks.org.br/book/amigos_de_deus-capitulo-14.htm

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