Entrevista Prof. Fernando Capovilla à Globo News: Libras e educação bilíngue de surdos
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Excelente Dr. Capovilla, "trocar em miúdos", com o exemplo da criança de 4 anos que é levada pra China, foi ótimo, é exatamente isso que todos precisam entender, do quanto é importante primeiramente ensinar a lingua materna dos surdos, a Libras, e que não é só porque nasceram no Brasil que sua lingua materna é o portugues. Sou pedagoga e faço curso de libras, tive a oportunidade de estar presente em sua palestra no I Congresso Nacional de Educação de Jaguariuna em 15/07/2011. Parabéns!
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excelente, sou graduando, não possuo nenhuma deficiência, mas a opinião em relação a politicas de inclusão é a msm que o doutor capovilla manifestou. A questão é que fica muito mais barato jogar o aluno portador de necessidades especiais numa escola qualquer do que construir escolas especializadas para alunos como ele.
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Parabéns Dr. Fernando! Tenho profundo respeito e admiração por seu trabalho e, hoje, já estamos assistindo aos bons frutos de sua luta! Fiquei muito feliz com o decreto assinado pelo prefeito Gilberto Kassab! Tenho certeza de que a sua participação foi fundamental para a concretização desse momento, eu diria, "histórico" para a nossa sociedade!!
Um grande abraço!
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Parabens Professora Capovilla, por tantos estudos e compromisso em sua luta!
Claudia Grandino, fonoaudiologa
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Parabéns Professor Capovlla pela coerência e respeito à educação. Pena que não pôde falar sobre o método fônico.
Obrigado Lili. Sim, nossa luta diária nesta área de pesquisa lexicográfica da Libras e de pesquisa educacional em abordagens educacionais em surdez já vem desde 1994. Aplicamos nela todo nosso esforço, esperança, ideal, trabalho, empenho e reputação. E se soma à valente luta de lideranças e comunidade e educadores surdos, para o bem criança surda, merecedora de todo acolhimento dedicado. As lideranças políticas agora se somam neste mesmo esforço consciente. Damos graças! Forte abraço fraterno.
fcapovilla3 3 months ago
Obrigado, Claudia Grandino. Sim, vamos trabalhar pelo bem dessas crianças como se elas fossem nossas filhas e nossos filhos. Precisamos empenhar todos os nossos esforços e todos os nossos talentos para descobrir como assegurar que elas possam se desenvolver mais e melhor. Assim, identificando o que é melhor para cada uma delas, poderemos respeitá-las cada vez mais e assegurar que elas recebam aquilo de que precisam. Abraços.
fcapovilla3 3 months ago
Obrigado, PGRicardo. Sim, nos dois sentidos da estrada da educação, o Brasil segue na contramão: fechando escolas bilíngues que ensinam em Libras a SEESP do MEC insiste em tratar as crianças surdas como se fossem ouvintes; privando crianças ouvintes do método fônico a SEF do MEC insiste em tratar crianças ouvintes como se fossem surdas. Isso explica a persistentemente sofrível classificação do Brasil nos rankings internacionais da Unesco e da OCDE, dentre outros. Respeito à Ciência é preciso.
fcapovilla3 3 months ago