Os grandes projetos, que envolvem grande soma de recursos, dependem de decisões políticas; estas nem sempre, ou quase nunca, atendem às verdadeiras necessidades de uma nação.
Grupos poderosos (como produtores de petróleo, distribuidoras, entre outros representantes de países hegemônicos, desviam os políticos; com ameaças e até a destituição de cargos, ou com cooptação através de fortunas (ou mensalão).
Permitem seguir alternativas complicadas, como o caso do álcool e biodiesel (tal como é definido pelas agências governamentais), fáceis de serem boicotadas pelo seu elevado custo, escondendo ou mascarando alternativas acessíveis à população, com qualquer nível de escolaridade; são projetos excludentes que forçam os agricultores a serem meros fornecedores de matérias primas, sem agregação de valores.
O incrível é que humanos, com níveis elevados de cultura, com cursos de pós-graduação, professores (as), responsáveis em instituições de pesquisas e universidades são cooptados, levando conhecimentos distorcidos aos estudantes e á mídia.
É uma guerra que está sendo ganha em etapas, não sei se consciente; entendo que o álcool e o biodiesel (fajuto) podem fazer parte de uma estratégia para a vitória dos OVN.
Obs. O dito acima é uma suposição do autor; pode acontecer em países de grande potencial energético que podem ascender à condição de potência.
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