Louçã abriu o debate lembrando a decisão da justiça europeia em fixar a taxa do IVA nas portagens da Lusoponte em 21% em vez dos actuais 5%, perguntando a Sócrates quem vai suportar a diferença - o Estado ou a Lusoponte - já que o governo decidiu não aumentar o preço das portagens.
Sócrates garantiu que essa diferença será negociada e que o interesse público ficará salvaguardado nas futuras negociações com a Lusoponte. Louçã lembrou em seguida "a longa história" os negócios ruinosos para o Estado, que o Tribunal de Contas já atestou. Sócrates voltou a dizer que o interesse nacional será defendido e que depois Louçã poderá avaliar o resultado dessa negociação.
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