As estátuas são uma das formas na que a (nossa) cultura ocidental tenta manter memorias e lembranças de eventos, personagens e lugares.
Inspirado na metáfora das estátuas de mármore e de murta, escrita por Antonio Vieira e aproveitada com elegância por Eduardo Viveiros de Castro, bem como na metáfora da estátua no Tratado das sensações de Condillac, e motivada também pelo filme As estátuas também morrem de Alain Resnais e Chris Marker, esta curta explora o silêncio de uma estátua em particular, sua presência muitas vezes invisível, e sua natureza inquietante, pelo menos para mim, o realizador.
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