O Mapa da Intolerância Religiosa, lançado em 28 de Maio de 2011, com o apoio da CESE, é a primeira avaliação sistemática a nível nacional de casos de intolerância religiosa ao longo dos últimos 10 anos. Marcio Gualberto, autor do livro, explica como a ideia surgiu como resultado de perseguição experimentada por membros de terreiros, mas depois se expandiu para cobrir outros grupos religiosos, como Rastafarians, Católicos, Muçulmanos, Judeus e outros. Em 2011, embora tenha se passado quase 125 anos, entre os legados da escravidão, especialmente na Bahia, estão a discriminação racial persistente e, até hoje, "trabalho escravo". A intolerância religiosa é uma realidade em grandes e pequenas comunidades em todo o Brasil e pode incluir violência física, bem como outras formas de perseguição.
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