Obra é DE 1956. A autoria é da artista Noêmia Guerra, um nome importante do período modernista. Nasceu em 1920 (e não em 1918, como informa, equivocadamente, a apresentação). Participou de duas Bienais de S. Paulo, e do famoso Salão Preto e Branco, nos anos 50, em protesto pelas dificuldades aduaneiras para importar tintas e pincéis (com participação de Portinari, Di Cavalcanti, Miltonn DAcosta, Scliar e muitos outros grandes nomes da época). Noêmia foi para a Europa ao final dos anos 50, mas deixou no Rio uma obra importantíssima que orna a fachada externa de um prédio em Copacabana (RAul Pompéia com Julio de Castilho).
Retornou idosa ao Rio de Janeiro, vindo a falecer nos primeiros meses de 2007. O "presente" que legou a Copacabana ilumina o dia-a-dia dos cariocas que passam pela obra e param para apreciar a beleza cromática, o banho de cores e a precisão da artista. Noêmia Guera é um nome que não pode ser esquecido entre a grande constelaçao de artistas brasileiros do século XX. (H.Gougon, mosaicólogo).
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Legal, lembrar de Noemia Guerra e da sua obra. Acho muito bonita essa sua iniciativa de mostrar obras normalmente esquecida em vários locais públicos, pelas quais muitas pessoas passam, dando a impressão de nada estarem observando. Tomata queobservem e registrem. Nossa memória artisitica cultural não pode congelar.
Parabéns.
UbirajaraRodrigs 2 years ago