Temos apenas dois Centros de Atenção Psicossocial para uma cidade de 2 milhões de habitantes. Maria é uma dessas pessoas que vive da caridade pública. São as prostitutas do entorno da praça da Matriz quem lhe garante a refeição do dia. Nunca foi internada em hospital psiquiátrico. Nem carece; um outro tipo de assistência é possível. Tudo o que ela precisa é de um Lar Abrigado, com direito a refeição, repouso, assistência médica e o direito de ir e vir. É dever do Estado.
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