Os Últimos Dias da Monarquia - O Desconhecido "Pacto Liberal" de 1908

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Uploaded by on Oct 19, 2009

"Os Últimos Dias da Monarquia"
Jorge Morais

1908 - 1910: Da Esperança de Tréguas à Implantação da República

A Trégua Frustrada: O Desconhecido "Pacto Liberal" de 1908 entre Republicanos e Monárquicos

Em 6 de Outubro de 1910, telegrafando o fim da Monarquia para a Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro, Eduardo Schwalbach escreveu com uma ironia de fel: «Ao cabo de longos e porfiados esforços, os monárquicos acabam de implantar a República em Portugal.»

Em Abril de 1908, pouco depois do regicídio, dois dirigentes republicanos e um áulico da Corte de D. Manuel II congeminaram, em casa de Bernardino Machado, um pacto de tréguas que convinha às duas partes: exonerando os republicanos da má fama de envolvimento na matança do Terreiro do Paço, daria à Monarquia o benefício da dúvida e ao regime um último fôlego, tão necessário no início do novo Reinado. Apesar de acarinhado pelo jovem Rei e apoiado pelo primeiro-ministro, o pacto foi frustrado nos corredores do Poder pela feroz oposição de um dos líderes monárquicos; e a sua inviabilização esteve na origem da opção revolucionária dos inimigos do regime, que acabaria por conduzir à instauração violenta da República, em 5 de Outubro de 1910. Apesar da sua importância para a compreensão do processo republicano português, o Pacto Liberal (como então se lhe chamou) tem permanecido até hoje omisso na história oficial do período. É dessa trégua gorada que este livro se ocupa, documentando os últimos dias de um regime condenado pela cegueira de muitos e pela ambição de alguns.

«Obra lúcida e certeira, que vem enriquecer sobremaneira a historiografia deste período.»

«Jorge Morais tem-se afirmado nos últimos anos como autor de brilhantes ensaios historiográficos, baseados em sólidas pesquisas de fontes []. Dotado de um notável poder de síntese e servido por uma escrita ágil e fluente, Jorge Morais conseguiu prender o leitor da primeira à última linha sem nunca sacrificar o rigor da investigação ou evitar a convocação do imprescindível corpus documental.»
Prof. Doutor António Reis in Prefácio

Para mais informações: www.zefiro.pt

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Top Comments

  • @portguitar

    ESTUDA A HISTORIA MEU CARO A rEPUBLICATROUXE ADITADURA DURANTE 38 ANOS.A MONARQUIA ESPANHOLA GASTA MENOS DINHEIRO AOS COFRES DO ESTADO ESPANHOL DO QUE A REPUBLICA CARBONARIA,MACONICA E SOCIALISTA DAS BANANAS QUE EXISTE ILEGALMENTE EM PORTUGAL.FOI UM ACTO DE TERRORISMO POLITICO QUE IMPLANTOU ESSE REGIME NAO UMSUFRAGIO NACIONAL.PERCEBE...?

  • fantástico!

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All Comments (21)

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  • @zepedroleiteribeiro Cá de realista para realista! A "bandeira de Portugal" não existia antes do liberalismo! Os pavilhões tinham todo o tipo de cores, principalmente a branca, para apresentarem as armas de Portugal! Há quem advogue, que a termos bandeira, quer na república presidencial, quer na república real, seria histórica e culturalmente mais rigoroso ostentar o brasão como bandeira! E até há quem defenda, que só deveriam de ser as 5 quinas! Saudações realistas

  • Os bacoros que,ha' 101 anos,instituiram a Republica em Portugal por via do terrorismo,e nao do sufragio universal,que tao hipocritamente defendem,ao que tristemente aqui se le, continuam hoje com patanhas e mentiras (nao fossem TODOS eles filhos do Demonio, pai de TODA a mentira...) de cariz historico e filosofico para legitimarem UM SECULO de tragedia colectiva da PATRIA LUSA.!Insensiveis as dificuldades de toda a ordem que, dia a apos dia, na odiosa Republica entram na vida dos portugueses !

  • @portguitar Quanto a V. Excia. me considerar retrógado e passadista, registo a sua opinião classificando-a, como todos concordarão, de apressada, preconceituosa, superficial, arrogante e intolerante. Penso que V. Excia. se expõe demasiado. De qualquer modo, dada a minha inapetência para ser insultado, tenho que dar esta "conversa" por terminada.

  • @portguitar Apesar de já se ter despedido com o seu "passe bem!" (vejo que é daqueles que gostam de ter a última palavra sem admitir réplica), acrescento ainda que na monarquia que defendo não há lugar a nobres, i. é, a quaisquer tipos de ordens sociais. Quanto à bandeira, mesmo negligenciando a outra cor, disse bem: é a bandeira da república, não a de Portugal porque essa é, e será sempre, azul e branca.

  • @locandaitaliana Efectivamente na nossa República, e noutras, burguesas, onde os cidadãos se comportam como súbditos,em democracias formais, cinzentas, o autoritarismo e a corrupção abundam!Mas nas monarquias é muito pior: os barões, os condes, os marqueses, os duques e as suas damas sugam o Povo até à medula...A sua «monarquia lusitana» já estava decrépita e sucumbiu...

  • @zepedroleiteribeiro A propósito do " real respeito", tanto o devo a um nobre como a um plebeu, ou seja; a pessoas.Nada de novo? É claro; Na Suíça, na França e em Portugal há mais de 100 anos e, noutras nações, repúblicas mais jovens; Angola Moçambique, Timor e brevemente a Palestina.Preste vassalagem ao seu «rei» que eu empunho a rubra bandeira da República com todo o respeito pelos meus concidadãos mais retrógados e passadistas.Passe bem!

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