Aliança da Ciência e da Religião
A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra as do mundo moral. Tendo, no entanto, essas leis o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se. Se fossem a negação uma da outra, uma necessariamente estaria em erro e a outra com a verdade, porquanto Deus não pode pretender a destruição de sua própria obra. A incompatibilidade que se julgou existir entre essas duas ordens de idéias provém apenas de uma observação defeituosa e de excesso de exclusivismo, de um lado e de outro. Daí um conflito que deu origem à incredulidade e à intolerância.
São chegados os tempos em que os ensinamentos do Cristo têm de ser completados; em que o véu intencionalmente lançado sobre algumas partes desse ensino tem de ser levantado; em que a Ciência, deixando de ser exclusivamente materialista, tem de levar em conta o elemento espiritual e em que a Religião.
A Ciência e a Religião não puderam, até hoje, entender-se, porque, encarando cada uma as coisas do seu ponto de vista exclusivo, reciprocamente se repeliam. Faltava com que encher o vazio que as separava, um traço de união que as aproximasse. Esse traço de união está no conhecimento das leis que regem o Universo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo, leis tão imutáveis quanto as que regem o movimento dos astros e a existência dos seres. Uma vez comprovadas pela experiência essas relações, nova luz se fez: a fé dirigiu-se à razão; esta nada encontrou de ilógico na fé: vencido foi o materialismo. Mas, nisso, como em tudo, há pessoas que ficam atrás, até serem arrastadas pelo movimento geral, que as esmaga, se tentam resistir-lhe, em vez de o acompanharem. E toda uma revolução que neste momento se opera e trabalha os espíritos. Após uma elaboração que durou mais de dezoito séculos, chega ela à sua plena realização e vai marcar uma nova era na vida da Humanidade.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
A ciencia das comunicações - ESTUDANDO A MEDIUNIDADE - MARTINS PERALVA
Para que um Espírito se comunique, é mister se estabeleça a sintonia da mente encarnada com a desen¬carnada. Essa realidade é pacífica.
E' necessário que ambos passem a emitir vibrações equivalentes; que o teor das circunvoluções seja idên¬tico ; que o pensamento e a vontade de ambos se graduem na mesma faixa.
Esse o mecanismo das comunicações espíritas, me¬canismo básico que se desdobra, todavia, em nuances infinitas, de acordo com o tipo de mediunidade, estado psíquico dos agentes — ativo e passivo —, valores es¬pirituais, etc...
Sintonizado o comunicante com o medianeiro, o pen¬samento do primeiro se exterioriza através do campo físico do segundo, em forma de mensagem grafada ou audível.
Quanto mais evoluído o ser, mais acelerado o estado vibratório.
Assim sendo, em face das constantes modificações vibratórias, verificar-se-á sempre, em todos os comuni¬cados, o imperativo da redução ou do aumento das vi¬brações para que eles se dêem com maior fidelidade. ( Quando nos irritamos, a nossa vibração cai, e ai poderemos entrar em sintonia com espiritos menos evoluidos )
Mais uma vez, pois, somos compelidos a nos referir¬mos ao fenómeno magnético das vibrações compensadas.
Mais uma vez, surge a necessidade de reportarmo--nos ao problema da sintonia.
Mais uma vez, enfim, a questão da afinidade tem que ser, de novo, comentada.
E se assim procedemos é porque não devemos es¬quecer que «a mente permanece na base de todos os fenómenos mediúnicos».
Recorramos, pois, a outros campos, em que a mes¬ma lei de sintonia funciona para que os fenómenos se expressem.
A luz e o som são resultado de modificações vibra¬tórias, que facultam a sua percepção por nós e por outros seres.
O ouvido humano é incapaz de perceber o som pro¬duzido por menos de 40 vibrações por segundo.
50 vibrações, porém, produzem um som que o ouvido humano percebe, sente, ouve.
30 vibrações produzem um som que o ouvido huma¬no não ouve, não sente, não percebe.
O mínimo, por conseguinte, de vibrações percebíveis é de 40 por segundo, e o máximo de 36.000.
35.500 vibrações produzem um som que o nosso ouvido percebe.
36.200 vibrações produzem um som que ultrapassa os limites de nossa acústica.
Com a luz, o fenómeno é semelhante.
O mínimo de vibrações percebíveis é de 458 milhões e o máximo de 727 trilhões por segundo.
Assim sendo, a nossa capacidade visual não percebe a luz produzida por vibrações menores de 458 milhões, da mesma forma que nos escapará, à visão, a luz pro¬duzida por mais de 727 trilhões de vibrações.
Essa mesma lei, de equivalência, funciona e opera em todas as manifestações vibracionais da Natureza, inclusive, como não podia deixar de ser, nos fenómenos psíquicos ou mediúnicos.
Estragou a porra do video, que bom que tenho original gravado. Companheiro, física não se mistura com religião não vlw!
TheDoydera 3 weeks ago 2
@TheDoydera
Albert Einstein
A ciência sem a religião é coxa, a religião sem a ciência é cega.
Albert Einstein
Época triste a nossa... mais fácil quebrar um átomo do que o preconceito.
miragempro 3 weeks ago