Trata-se de uma obra que parte de experimentações através de pesquisa realizada com movimentos do universo da dança contemporânea e elementos da dança popular brasileira, tais como o jongo, o côco e o boi.
Faz menção à religiosidade, à seca e ao trabalho árduo da mulher nordestina. As frutas como objetos cênicos tratam da colheita e a disposição das bailarinas no espaço é realizada de forma particular e inesperada.
"Mulher nordestina de dura vida e muita festa.
Religiosa e brincalhona.
Filha da terra seca que suplica pela chuva.
Saias compridas, floridas, Florindas".
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