Uploaded by Certode on Nov 18, 2008
«Os Secretários- Gerais do Partido Comunista Português (PCP) e Partido Socialista (PS), juntamente com outros membros dos Partidos, reuniram-se em Paris em Maio de 1973 para estudarem as possibilidades de canalizarem o descontentamento então evidente em certos sectores das Forças Armadas Portuguesas no sentido de estruturarem um movimento militar capaz de derrubar o Governo Português. Desde o início, o PCP provou ser tão altamente organizado e conhecedor da situação que maravilhou e convenceu o PS a juntar-se ao movimento.
O PCP tinha fichas detalhadas de todos os oficiais portugueses e contava com um número surpreendente de membros e simpatizantes nas Forças Armadas e nos sectores de Serviço Publico. O Secretário - Geral do PCP decidiu, contudo, por razões óbvias, que não se aventuraria em certas actividades para evitar que riscasse a posição que tinha adquirido. Portanto, delegou no PS, então praticamente desconhecido e por consequência menos susceptível de causar suspeita, a responsabilidade de fazer o trabalho sujo. O PS atacou as medidas do Governo Português enquanto o PCP generosamente financiou as operações. Moscovo, a fonte desses fundos só impôs uma condição:
- Independência imediata a todas as colónias portuguesas e transferência das respectivas soberanias, sem eleições, aos movimentos pró-russos.
O acordo final, respeitante às condições impostas pela Rússia foi assinado numa reunião a que compareceram cinco comunistas e quatro socialistas, no primeiro andar de um restaurante de Paris adjacente à Farmácia da Ópera.
Há quem afirme que o PCP ou O PS, mas não ambos, assinou o acordo final com a Rússia. Seja como for, o acordo tinha duas cláusulas:
1- Entrega de dinheiro: a Rússia contribuiria inicialmente com dois milhões de Dólares para financiar a organização do golpe de Estado que derrubaria o Governo Português.
2- Compromisso: o PCP e o PS comprometiam-se a dar Independência imediata às Colónias Portuguesas representadas na Reunião, para a ocasião pelo PAIGC, MPLA e FRELIMO.
O que sucedeu em Moçambique, Guiné, Cabo Verde e Angola foi de tal forma vergonhoso, que os responsáveis pela concessão da independência, só se atreveram a cobrir a sua traição a Portugal, e às populações locais, com loucas generalidades de óbvio cultivo soviético. Os partidos opostos à FRELIMO em Moçambique, ao PAIGC na Guiné e Cabo Verde e ao MPLA em Angola foram perseguidos e por decisões totalitárias e fascinantes, proibidos de defender os ideais que sustentavam.»
In Newsletter Boston
Mass-USA Agosto de 1976
Volume I N.º 2
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@thesherife ai estao estao....estabilidade e mto importante para um pais como portugal com uma populacao facilmente influenciada infelizmente.....e so um monarca e que consegue dar essa forca.
Lusitanus 3 months ago
A muitos desses porcos (sem ofensa para os suinos) que ainda estão vivos, gordos e nédios, deveria fazer-se o que D.José I e o Marquês de Pombal fizeram aos lacaios dos Jesuitas ... mutatis mutandis ...
MrBigmelo 11 months ago
PORCO NOJENTO, morte a Mário SOARES!!!!!
Salazar ergueu um país e como tal merece respeito, merece ficar na História como o melhor Estadista que este país alguma vez teve...
kevspacey 1 year ago
TUDO VERDADE....
claudiarute 1 year ago
fomos roubados espoliados e mortos
300 mil portugueses e 1200000 tiveram que fugir p nao morrer !
Traidores!M Soares Rosa Coutinho Vasco Gonçalves Almeida Santos Otelo
PS e PCP
sergiovinhais 2 years ago
Sim mas isso terá sido mais na 1ª republica,hoje não se assiste tanto a isso,e voce pode observar até nas tv's as constantes propagandas e mentiras que falam sobre o regime de Salazar.Meu caro eu não sou anti-monarca,o que eu digo é que na minha opinião os grandes problemas políticos não estão na presidencia da republica ou num monarca,mas estes são ao nivel legislativo.Não estou a dizer que a monarquia será uma solução a descartar,o que digo é que não é a mais urgente.
thesherife 2 years ago
deviamos ter sido assistidos pelo brasil em africa como os americanos fizeram aos ingleses na 2º Guerra Mundial.
Lusitanus 2 years ago
e dai? todas as republicas de Portugal também fizeram propagandas anti-monarquicas ao longo os 99nos.
Lusitanus 2 years ago
em Espanha com o fim de um regime republicano de franco a opção foi a continuidade da Monarquia após interrompida, e pode se ver o resultado dessa continuidade - progresso e desenvolvimento tanto a nivel cultural,linguisitico,identidade nacional, empresarial,..........
Nós fomos pela via republicana com a burrice de que um Rei não podia trazer democracia, mas trouxe noutros países e nós estamos como sabemos hoje.
Lusitanus 2 years ago
Não estaria preparada devido á propaganda negativa constante que deste se faz.O Estado Novo foi aquele que mais desenvolveu o país económicamente,digam o que quizerem mas contra factos não há argumentos.Quanto á U.E sinceramente não me aquece nem me arrefece,entramos nesta apenas p construír estradas e estádios e endividarmo-nos até ao pescoço.Quanto á monarquia concordo q um rei une um povo,é uma referencia nacional,mas não é a meu ver neste momento a solução mais urgente.
thesherife 2 years ago