NA IDADE MIDIA A NATUREZA NÃO FAZ MEDIA
O ator João Ângelo incorpora o poeta na defesa das águas soltando frases como lamboradas de reio cru cada palavra é a ponta da ponteira do chicote e seus estalos nos ouvidos moucos palavrando como quem planta palavras no ar tornando-se um palavrador na aridez da cidade consumidora de agrotixicos e fuligem pela boca dos canos. Como poeta palhaço que sofre com a ausência da plateia rio sem água um amante no cais do porto na eterna noite THIAGONICA para sair pela boca do dia afora nas águas escuras dos rios negros faz escuro mas cantamos um canto de esperança amazonico. O cenário desta peça é composto por materiais que a plateia traz fazendo com que ela seja agente do próprio ato de ser plateia. Acontencendo assim uma interação como água terra rio e mar e ar.
O rio São Francisco é o ponto de partida nessa versada pelas águas caminheiras de fora e de dentro da terra. Sendo o nosso grande rios interior quer dizer todo dentro do Brasil. Nosso grande rio coronário apartir dele poderemos falar da hidrosociologia e da hidrocidadania po-Ética teatro d´ságuas. Pois que não poderemos abordar problemas sócios climáticos sem deixar de levar em conta as questões relevantes a utilização das águas como plataforma de abordagem dos nosso problemas ECOnômicos e sua visão determinante em ser antagónico e excludente no que diz respeito aos bens naturais.
Chico caninde
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