Fernando Nobre estudou Medicina em Bruxelas, mas trocou a carreira académica pelos Médicos Sem Fronteiras.
A primeira missão humanitária foi durante a Guerra Irão-Iraque, em 1981: "uma guerra violentíssima" onde "um colega iraniano foi chicoteado 40 vezes em público por ter em sua casa uma garrafa de whiskey". Desde então, fundou a AMI, em 1984, já esteve em mais de 150 países e participou em 70 missões.
Candidatou-se à Presidência da República porque recebeu "SMS de várias pessoas a incentivar", mas admite que foi uma campanha "extremamente difícil". Fernando Nobre garante não deve "fidelidade a nenhum partido" e justifica a derrota para a Assembleia da República: "a estrutura do Parlamento não queria um independente".
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