Quem sabe, a criança inocente e seu sorriso puro ofuscarão o caos e o seu domínio,
Quem sabe, o homem irá se redimir dos seus erros e ignorância e exaltará a sua alma,
Quem sabe, os efeitos destruidores da natureza se acalmarão e não haverá fome e sede,
Quem sabe, as armas darão lugar para as flores nas mãos da violência,
Quem sabe, os desafortunados e oprimidos terão vez na escala da condição social,
Quem sabe, não haverá doentes morrendo diante da falta de atenção e descaso do Estado,
Quem sabe, os braços que podem abrigar não lançarão mais bombas,
Quem sabe, a excelência humana se torne imperiosa em todos os atos da humanidade,
Quem sabe, os meus sonhos se tornem reais, quando eu falar do amor universal,
QUEM SABE
(Wagner Marins)
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