Em seu pronunciamento, o parlamentar citou o alto custo da energia no Estado sobre o qual incidem grandes encargos e a taxa de iluminação pública. "A composição da energia no Brasil é muito perversa. O produto em si é muito caro. A energia cobrada em Fortaleza era para ser um terço do que hoje é pago. É preciso viabilizar outra forma de cálculo e de cobrança desta taxa de iluminação pública", disse, acrescentando que ainda é incerta a destinação feita pelo poder público municipal da sobra dos recursos da taxa.
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