No primeiro debate com o primeiro-ministro após as eleições europeias, Francisco Louçã lembrou a Sócrates que apesar das palavras de preocupação com as questões sociais, o governo legislou no sentido de permitir o trabalho domiciliário a partir dos 14 anos. "Esta lei é uma vergonha", disse Louçã, desafiando Sócrates a revogá-la. Na resposta, visivelmente surpreendido, Sócrates disse que a lei não permitia esse tipo de situações, a que Louçã citou o artigo da lei. Augusto Santos Silva tentou socorrer o primeiro-ministro, dizendo que a escolaridade obrigatória é até ao nono ano, admitindo assim que a lei do PS quer alargar o trabalho aos 15 anos (ou 14, tendo em conta que uma parte das crianças entra no ensino básco aos 5 anos)
All Comments