No dia 9 de Maio de 1978, após 55 dias de sequestro, as Brigadas Vermelhas assassinaram Aldo Moro, presidente da Democracia Cristã, favorável a um acordo entre este partido e os comunistas italianos. Quem geriu este momento difícil da história italiana foi o ministro do Interior Francesco Cossiga, que assumiria, depois, a presidência da República. Cossiga era o defensor mais obstinado da linha de firmeza: com as Brigadas Vermelhas não se negoceia. 30 anos depois, ele conta à Euronews a sua versão da história. Fala, entre outras coisas, sobre as revelações de Prodi e o papel de Steve Piecznick no falso comunicado que indicava que o cadáver de Moro se encontrava no lago de La Duchessa.
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