Matéria sobre Transexualidade na Band.

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Uploaded by on Dec 11, 2009

http://diariodeumatransexual.blogspot.com Entrevista à Band RS, sobre a transexualidade, e o grupo para o acesso ao processo transexualizador do Hospital de Clinicas de Porto alegre.
Ouvidos, o doutor responsável pelas cirurgias no estado, Dr Valter Koff, a transexual Paula, que está a um ano no grupo do PROTIG, a espera da cirurgia, e Cristyane Oliveira, que se submeteu à cirurgia há sete anos atrás. Dr Koff fala um pouco sobre transexualidade e a cirurgia em si, Paula sobre suas expectativas após a cirurgia, e Cristyane sobre a realidade após a readequação. OBS. NÃO EXISTEM HOMENS BUSCANDO TROCAR DE SEXO, NEM MULHERES DESEJANDO TER PÊNIS, e sim pessoas que não se identificam com seu sexo de nascimento, isto lhes causa profundo sofrimento, e o único tratamento é o cirúrgico, essas pessoas são chamadas por transexuais. Da maneira fria (como para vender jornal) pareceu perversão...

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Uploader Comments (CristyaneOliveira)

  • . De como comecei a gostar mais de mim. Da confiança de agora saber que sou de fato a Cristyane que construí e que sempre fui... Peço de público, já antecipadamente desculpas a todos (as) transexuais que assistirem a esse vídeo e sentirem-se incomodamos com algumas dessas colocações do vídeo ou minhas.

  • Pena que na edição, deixam apenas o que a eles interessa. Porque não incluíram o trecho sobre o resgate da cidadania, após a cirurgia? Apenas a parte sobre sensualidade, sexualidade, como se após a readequação nos tornássemos apenas corpo, objeto de desejo!

    Pois nessa parte, após a edição não entende-se que falava sobre a auto-estima.

  • Falei muito sobre a luta do Movimento Trans pelo respeito, sobretudo quanto ao gênero. Que as transexuais gostam de serem tratadas por mulheres transexuais, ou somente transexuais. E os homens transexuais, da mesma forma; homens transexuais ou apenas transexuais. De acordo com seus respectivos gêneros construídos.

  • Pena a mídia, formadora de opinião, tendo uma ferramenta e um material tão rico como esta matéria, não aproveitá-lo para esclarecer e desmistificar o assunto com clareza, seriedade e respeito merecido, principalmente pelas pessoas que se prontificaram a se expor, mostrar a cara e falar de suas vivencias, buscando uma visibilidade positiva e até mesmo ajudar a outras pessoas que estivessem passando pelas mesmas situações e incertezas que vivenciamos agora, ou no passado.

  • Tanto que o primeiro desconforto é sempre com o gênero, geralmente ainda na infância, quando ainda não sabemos as diferenças entre as genitálias. Não nos sentimos de acordo com o gênero e não sabemos que ele está atrelado ao SEXO biológico... Daí que surge a necessidade de readequar o Sexo!

  • Tanto que o primeiro desconforto é sempre com o gênero, geralmente ainda na infância, quando ainda não sabemos as diferenças entre as genitálias. Não nos sentimos de acordo com o gênero e não sabemos que ele está atrelado ao SEXO biológico... Daí que surge a necessidade de readequar o Sexo!

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All Comments (11)

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  • Oi cristiane sou de Goiania vivo na Suiça fiz minha operaçao e realmente a nossa vida tem uma melhora de 1000% e olha que antes do procedimento temos tanto medo porque o povo fala tanta coisa ruim... Mais a verdade e que somos felizes...

  • Eles recortam muito mal a matéria. Vulgariza a pessoa, tira a dignidade. Deixaram a fala final da Paula sobre a necessidade da dignidade, respeito por parte de outras pessoas, mas parece que só ela quer isso, e não todas as pessoas transsexuais.

  • Não somos homens querendo trocar de sexo. Nunca fui homem. Nem creio que se nasce homem ou mulher. Do sexo masculino ou feminino sim. Mas homem ou mulher é uma construção; é gênero! E até chegar ao momento da cirurgia, as e os transexuais já estão com a identidade de gênero totalmente construída de acordo com o sexo desejado, preparados para a readequação, que apenas afirmará a realidade que a muito vivenciam.

  • Apesar do meu respeito pelo Dr. Valter Koff, devo sugerir, que ao referir-se a seus pacientes diga apenas pacientes do sexo feminino (ou masculino), pois pela mídia, a narrativa desta reportagem, e suas próprias palavras, estão operando homens para o sexo masculino, e mulheres para o feminino. E realmente me entristeço de participar desta matéria, pois sei que não é assim!

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