Donos de carreiras sólidas e bem planejadas na história recente da MPB, os irmãos cantores, instrumentistas, produtores e arranjadores Wilson Simoninha e Max de Castro puxaram o freio e adiaram todos os seus projetos individuais até o início de 2011. Isso porque são eles os responsáveis por gerir o legado do pai, o cantor Wilson Simonal, ressuscitado recentemente após o documentário Simonal: Ninguém Sabe o Duro que Dei. No filme, os diretores Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal questionam a condenação social imposta a Simonal, por ele, supostamente, ter sido informante do governo militar durante a ditadura nos anos 70.
"Acho que havia um grande amor ao Simonal represado porque estamos em meio a uma Simonalmania. Não param de surgir projetos sobre ele e o jeito foi pararmos com tudo para que as coisas tenham a cara do Simonal e fujam do oportunismo", diz Simoninha.
A dupla acompanhou os relançamentos de duas caixas com CDs do pai e a publicação da biografia A Vida e o Veneno de Wilson Simonal, escrita pelo jornalista Ricardo Alexandre. "O autor não toma partido, mas define a questão, porque faz uma pesquisa muito detalhada, inclusive entrevistando todos os algozes do Simonal que ainda existem, muitas vezes encontrando uma série de inconsistências. A ponto de ter gente que admite ter acusado Simonal apenas porque todo mundo acusava", diz Simoninha.
Os irmãos admitem que vêm saboreando cada segundo desse momento de resgate, tanto como filhos, quanto como admiradores. "Agora o público está descobrindo o que a gente, da família, sempre soube", lembra Max.
Conteúdo extraído de: Isto É Gente
Muito bom. Qualidade que não se vê a tempo... Qualidade!!!!
jctmorais 1 month ago
me desculpamas, nao gostei desse cara ou melhor de todo o conjunto vai cantar mal assim na china.
teneronamsify 6 months ago
Show D+, Parabens aos filhos.Lembram muito o jeito do Simonal cantar, herdaram o talento e dom.
rochaeliasbr 6 months ago
NOssaaaaaaaaaaaaaaaa
q sono
vinibrisa74 1 year ago