Na resposta à intervenção anterior, Louçã acusou Sócrates de "querer lavar as mãos quando chama de 'mercado' a 3 empresas que dominam o sector" e lembrou o negócio da privatização da GALP, cujo valor triplicou num ano o que os accionista pagou, tornando-se no homem mais rico do país. O bloquista perguntou ainda se o primeiro-ministro não acha que "a riqueza e a fortuna têm de contribuir no momento das dificuldades", como aconteceu em França, em que a maior gasolineira vai pagar a 700 mil famílias o aquecimento doméstico do próximo inverno. Sobre o referendo ao tratado de Lisboa na Irlanda, Louçã disse ainda que o prestígio da carreira política pessoal de Sócrates não deve determinar as posições do Estado português na Europa.
All Comments