Realizado em 1988, em vhs e digitalizado agora. Hoje a igreja passa por restauro. O Padre Batista não viveu para ver.
A irmandade da Boa Morte nasceu dos homens quererem velar o Santíssimo: para isso havia distribuição de pedaços de papéis com dizeres e horários de quem seria a vez da devoção. Por isso foi tomada como sociedade secreta, ameaça para o Estado: nos séculos passados, assim como para os séculos dos séculos também.
O filme não trata disso. Apenas visita a Igreja, onde é velada Nossa Senhora Morta, embora rezasse a crença, depois dogma, de ser Assunta aos Céus de Corpo e Alma. E visita as pessoas que piedosas buscam a morte boa. Tem missa, tem procissão, pela rua do Carmo rua das Flores Tabatinguera dos séculos também passados e de agora.
De sua torre, pela posição de vista em grande alcance, sabia-se quem chegava de Santos e, proclamada a Independência, dali correram as Alvíssaras do Príncipe Regente chegar em seu puro sangue para aclamado Imperador levar embora Domitila para escândalo da Corte e glória nossa.
Nada disso trata o filme; mas de um coral Afro, o maestro Estevão Maiamaia. E seus cantores. Dona Nilza Geraldo dos Santos canta em africano,
Pelas ruas a pelada e a capoeira: séculos passados? A pobreza, lá e agora.
Informações sobre a Igreja em Leonardo Arroyo em Igrejas de São Paulo, conta sua história e a história da irmandade no Brasil. Mais, na Wikipedia
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