Respondendo a um pedido de esclarecimento dum deputado do PSD, Francisco Louçã citou Cavaco Silva a defender o fim do sigilo bancário para prevenir a fraude. E disse que a proposta que o governo aprovou na véspera tem o problema de não querer fazer perguntas. Por exemplo, numa loja em que os pagamentos com cartão são creditados na conta bancária dum sobrinho do dono da loja, o Estado não pode saber quem é o destinatário do dinheiro destas vendas ilegais. "Temos de seguir o cheiro do dinheiro para chegar aos autores dos crimes de tráfico de influências e enriquecimento ilícito", afirmou Louçã, enunciando os exemplos de outros países em que essa prática é seguida. "Não podemos perder mais tempo para prevenir e combater o problema" concluiu Louçã.
All Comments