E se de repente disséssemos tudo aquilo que quiséssemos?
No caos os corpos desmancham-se, disparam tudo aquilo que já não conseguem guardar, expõem-se entre a ironia e o espaço sem rede.
O que é que fica? Em volta desta pergunta construímos possibilidades e não respostas.
Às vezes damos por nós a rir de um corpo cansado. NÃO. não queremos sintetizar o Cesariny. Não queremos um elogio ao morto. Não queremos ser didácticos. Queremos apenas um encontro inesquecível que se pretende fugaz e intenso. É um espectáculo para inocentes e culpados, para parvos e inteligentes. É uma dança com um delírio chamado Mário Cesariny.
Espectáculo em cena de 20 a 29 de Março (sextas, sábados e domingos)
às 22h
na Casa Conveniente ( Cais do Sodré)
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