O vídeo busca refletir sobre as categorias usadas por ativistas lésbicas e travestis para se falar das violências contra suas identidades. Trazendo vozes sobre os usos dessas categorias, esquadrinha algumas aproximações e distâncias entre a pauta específica destas em relação ao "segmento" como um todo. Mostra situações em que o "ser lésbica" e o "ser travesti" produziram particularidades no que tange a discriminação e violência. // DIRETOR: Felipe Bruno Martins Fernandes // FILIAÇÃO INSTITUCIONAL: Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades / Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas / Universidade Federal de Santa Catarina
Complicado sim, porém não insolucionável, este problema da violência lesbofóbica/transfóbica. Eu tambem considero a visibilidade importante, visto que vivemos numa cultura que traz consigo, paradigmas sociais, patriarcais e misóginos, e isso já faz com que a mulher seja menos valorizada. O problema em si, é que não haja segregação dos grupos (no todo LGBTT), mas que cada um esteja consciente de que é preciso haver união entre as minorias.
Isamatrya 1 year ago
Quanto à questão do termo "homofobia", remete ao preconceito contra o indivíduo que se atrai afetiva e sexualmente por outro do mesmo sexo, portanto, poderia perfeitamente englobar as lésbicas nessa nomenclatura. Mas aí entra o problema das travestis e transexuais, que não são necessariamente homossexuais também. É uma questão de identidade de gênero, e não de orientação sexual. A priori, o que fica é a intenção de unicidade da minoria, que infelizmente ainda não acontece como deveria.
Isamatrya 1 year ago
A questão da visibilidade é interessante sim. Se não especificarmos quem são os agredidos nessa massa insana de violência, não poderíamos entender para poder exercer o coerente exercício do convivio social que se baseia no respeito.
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Estão errando apenas em manter essa discussão restrita ao espaço LGBT. Campanhas de conscientização são fetias para prevenir agressões e não para remediá-las.
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hertulio 2 years ago