O genocídio franquista, "a barbárie desenfreada", "o galopar do cabalo de Atila ceibo e desbocado na Galiza martirizada" ainda tem nomes e tem rostros.
Alguns nomes, retratos e histórias em: http://media.culturaedeporte.org/cultura/CULTURA/ROSTROS%20DA%20MEMORIA.pdf
Images: Xurxo Lobato
Música: Zeca Afonso
Qualquer Dia
(F. Miguel Bernardes/ José Afonso)
No inverno bato o queixo
sem mantas na manhã fria
No inverno bato o queixo
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno aperto o cinto
Enquanto o vento assobia.
No inverno aperto o cinto
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno vou pôr lume
Lenha verde não ardia.
No inverno vou pôr lume
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno penso muito
Oh que coisas eu já via
No inverno penso muito
Qualquer dia
Qualquer dia
No Inverno ganhei ódio
E juro que o não queria
No inverno ganhei ódio
Qualquer dia
Qualquer dia
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