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Como surgem os boatos na empresa

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Uploaded by on Sep 26, 2010

Video que explica como surgem boatos no local de trabalho

Boato ou fofoca são notícias que uma pessoa conta para outra, contando fatos distorcidos (em sua maioria aumentados, ou inverdades ou ainda, tira conclusões de algumas palavras que ouviu. O boato ou fofoca é isso: uma hipótese baseada em dados deficientes e falsos: vimos alguém passando, vimos alguém falando e sorrindo para alguém e logo concluímos que fulano está indo se encontrar com... ou que sicrano está "cantando" alguém... Basta pouco, pouco mesmo e lá vai a história inteira, baseada em fatos minúsculos: um passar, um sorrir, um falar. Como se vê, é preciso muita imaginação para fazer fofoca ou passar à frente um boato... O que não se diz sempre com a desejável clareza é que o boato ou fofoca é a imaginação de quem faz o boato/fofoca. Diz o ditado popular que quem conta um conto, aumenta um ponto... Quando se sabe de um boato ou fofoca grande, pode-se ter a certeza de que foi construída por imaginações férteis à custa de frustrações de muitas pessoas, cada uma delas acrescentando ao relato original seus medos e inseguranças... Dentro das pessoas existe uma voz que parece uma comadre astuta, vigilante e malevolente que observa as pessoas no mundo e está sempre pronta a atribuir-lhes as piores intenções... Essa comadre fofoqueira é chamada pelos psicanalistas de "Superego". Os analistas transacionais a chamam de "Pai Crítico Perseguidor", perseguindo as pessoas através de seu "diálogo interno" cheio de preconceitos... Todos nos sentimos vítimas da fofoca e de boatos - quando somos seu personagem. Mas ninguém se sente "agente" criador de fofoca e iniciador de boato. Estranho, não? Você já parou para pensar e verificar se, involuntariamente, no seu trabalho, não está iniciando boatos ou se não está, sem o perceber, fofocando sobre alguém? Fofocar ou espalhar boatos é um comportamento encontrado em muitas empresas. Isso traz prejuízos para o ambiente de trabalho, para a confiança entre colegas e chefes, para o moral de grupo e para a pessoa vítima da fofoca ou do boato. É preciso que cada um que trabalha em uma organização - você inclusive - tomem muito cuidado com o que fala por ai a respeito dos outros. Não se "ganha" nada com isso, mas um boato ou fofoca pode prejudicar alguém de forma irreparável, tanto em sua vida pessoal quanto na profissional. Que cada um viva a própria vida, não se preocupando em "por o nariz na vida alheia". Só quem viveu o fato sabe como ele foi. Quem ouviu falar ou só sabe um pedaço - quase sempre muito pequeno - não sabe o que aconteceu. Imagina, supõe, advinha - usando suas frustrações, seus medos, seus anseios para complementar o que não sabe. E pronto, aí está criada a fofoca ou boato. Se você transmitir somente o que percebeu - com louvável espírito científico e ético - dirá apenas coisas assim: ... vi fulano passar andando depressa... vi fulano conversando com alguém. Falavam e sorriam. Vi sicrano em uma festa, conversando animadamente com... Há especialistas que defendem a idéia de haver dentro de uma organização, uma "central de boatos"... Senão, vejamos... Em um sentido etimológico, a palavra inglesa "grapevine" significa videira, pé de uva. Na gíria americana o termo aplica-se ao angustiante mundo dos executivos, mas especificamente, às salas, corredores e até banheiros de uma empresa, isto é, sua central de boatos. O simbolismo do termo americano se explica: uma videira, como se sabe, cresce para todos os lados, para cima e para baixo. Dessa mesma forma dinâmica e imprevisível, aparecem e circulam os boatos dentro de uma empresa. Seja como for, no entanto, o assunto não é tão prosaico como parece à primeira vista. Na verdade é cada vez maior a importância atribuída à central de boatos, com todos seus defeitos e virtudes, pelos estudiosos dos problemas da moderna administração e pelos Psicólogos industriais. Freqüentemente relegada a um segundo plano pelos dirigentes de empresa, atemorizados talvez por sua natureza quase intangível e até por uma enganosa superficialidade, a chamada central de boatos se constitui atualmente num dos aspectos mais fascinantes e vitais das comunicações dentro de uma empresa - como sustenta o especialista americano Keith Davis, professor de Administração da Universidade do Arizona. E é justamente nesse sentido - o de seu uso como um eficiente meio de comunicação interna - que Davis alerta os executivos, principalmente os de Recursos Humanos para a importância da central de boatos dentro de uma organização.

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All Comments (3)

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  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk euri

    

  • Aff.........

  • muito boa ahahahahaha

    bem por esta... manda o boca-a-boca no escritório dá nessa auheauheae

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