Visão.
Vejo o tudo, o nada, bem próximo daquela estrada,
A procura de um porto seguro,
Um descanso eterno,
Ou quem sabe apenas uma noite no luar.
É do nada que tudo é edificado,
É do nada que tudo é santificado,
É do nada que tudo é consagrado.
Mas é no tudo que o nada sempre reside,
É no tudo que o nada se vangloria e o deixa triste,
Pelo simples prazer de o fazer chorar.
Vejo o tudo, o nada, bem próximo daquela estrada,
Mais saudável é não os reconhecer,
Pois, às vezes, o que enxergamos só nos faz sofrer.
Gugu.
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Este poema recebi de um amigo meu, o Gugu. Gostei e passei ele para vídeo clipe.
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Projeto voz robotizada.
wegaprodutora 2 years ago