Chess - Orquestra

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Uploaded by on Sep 28, 2011

Devo reconhecer que a letra é meio confusa e certamente a maioria não vai perceber o que estou a dizer mas basicamente de forma metaforizada estou a dar o meu ponto de vista (e de outras pessoas que me ensinaram a ser como sou hoje e agradeço-lhe isso) das coisas (refiro-me a tudo o que envolve a vida), da maneira com as encaro e a atitude perante elas.

Letra:

É orquestra, o tag que penetra na trombeta
Não é percalço, é holocausto numa caneta
Levas um estalo, de folha branca de sebenta
A história testa, bate continência a este poeta

Ser maestro, na palestra num anfiteatro
Sem percalço, a driblar com linguado
Á penetra, com atitude de um planeta
Estimular o palco, com vocabulário iluminado
Seja dominante imaginário, e para quem me sentir
Curto dar audiências e escutar
Escuto, com um escudo á irrelevância
Para poder mover plateias neste mundo á distância
Se eu vestir este elmo, faço um pacto com o inferno
Noutro alter-ego, serei condenado por ser do clero
Mas é muito claro, quem sem ordem era caótico
Como um protótipo, partido, desgastado
Não sei se é destinado, uns serem reis outros gado
A história testa que se bate continência a esse facto
Mas há iluminados, erguidos como estalagmites
Uma minoria prestigiada num círculo de elite

É orquestra, o tag que penetra na trombeta
Não é percalço, é holocausto numa caneta
Levas um estalo, de folha branca de sebenta
A história testa, bate continência a este poeta

Juntos nas fileiras com a pauta
Somos astronautas, coreógrafos argonautas
Fazemos cyphers, de letras de 1001 barras
Quê tê passa? Não contornamos isto á pala
Curto sonoros com trompetes e tambores
Violinos orquestrais, baixos de vários sabores
Decibéis graves, as tentativas nesta arte
Faço-me, um ser mitológico neste cosmos ate Marte
Quantas pinceladas, de novo marcadas
Logicamente folgadas, davam esperança em nadas
Quantas fabulas narradas em contos de fadas
Imaginadas, para contornar as já feitas criadas
Oh chavalo, faz com jeitinho esse amorty
Levas com a pila no rabo se não tirares esse langeri
Não te imponhas perante a minha vontade, a minha esperança
Os meus sinónimos, são cortantes, razurantes como uma espada


É orquestra, o tag que penetra na trombeta
Não é percalço, é holocausto numa caneta
Levas um estalo, de folha branca de sebenta
A história testa, bate continência a este poeta

Hey! moço, pensa bem se é isso que queres para ti?
Sem esforço, um poço sem fundo, sem fim?
Sem ofensa, tens controlo? És mestre de ti?
Faz um esboço, propriamente retrato de ti...
Eu vivo num sector de fervor que se escalda
Não aguentas baza! Dá-lhe forte ou vai para casa
Acelera o passo meu caro, molda a classe
Com estilo, consciente, verdadeiro, 100%

Pensa bem se é isso que queres para ti?
Sem esforço, um poço sem fundo, sem fim?
Acelera o passo meu caro, molda a classe
Rodopia 360º, inspira provocando arte

É orquestra, o tag que penetra na trombeta
Não é percalço, é holocausto numa caneta
Levas um estalo, de folha branca de sebenta
A história testa, bate continência a este poeta

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