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Lançamento do foguete em Alcântara VLS Unosat - UNOPAR

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Uploaded by on Sep 24, 2007

Lançamento do foguete em Alcântara - Entrevista Alunos Unopar - Mario Cezar Paiva

Ao contrário do que se poderia imaginar, o acidente ocorrido no dia 22 de agosto na base espacial de Alcântara, no Maranhão, não desanimou a equipe ligada ao Sistema de Pesquisa Aeroespacial Científica Educativa (Space), desenvolvido na Unopar há três anos. O Space desenvolve projetos integrados com aplicações específicas na área aeroespacial, e através dele foi construído o satélite Unosat, que entraria em órbita no dia 25 de agosto.
A explosão do foguete VLS 3 -- que seria responsável pelo lançamento do Unosat e do Satec, desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) de São José dos Campos -- frustrou, momentaneamente, o projeto brasileiro de colocar satélites em órbita, mas não diminuiu o ritmo de trabalho nos laboratórios do Curso de Engenharia Elétrica/Telecomunicações da Unopar.
Um novo satélite já está sendo planejado e deverá começar a ser construído em breve, melhorando aspectos do anterior. Segundo o professor Fernando Stancato, coordenador do Space, existem algumas possibilidades para conseguir que o Unosat atinja o espaço. Uma delas é pegar mais uma vez carona num foguete de fabricação nacional -- o Governo Federal garantiu que o programa espacial brasileiro não será interrompido e que o VLS 4 deverá estar pronto até 2006.
Outra possibilidade é embarcar o Unosat num veículo de maior confiabilidade, como os foguetes fabricados na Ucrânia, aproveitando o acordo fechado recentemente com aquele país. A Unopar vai consultar a Agência Espacial Brasileira (AEB) sobre esta questão.
O professor Stancato informa ainda que a AEB já cogitou a possibilidade da Unopar ser incluída, no ano que vem, num vôo suborbital. Neste caso, o foguete não chegará a entrar em órbita, mas ficará em trajetória parabólica por cerca de quatro minutos, criando um ambiente semelhante ao do veículo em órbita. Na seqüência, voltará à Terra e será recuperado por pára-quedas. "A diferença deste tipo de vôo é a sua duração, mais curta", diz o professor.
Outras sete universidades foram convidadas a participar da experiência.A Unopar deverá levar para o vôo suborbital o Sistema de Medição de Acelerações Espaciais (SMAE), outro projeto desenvolvido dentro do Space. A idéia é que o equipamento seja utilizado para checar o comportamento de alguns experimentos naquele ambiente específico. O SMAE já foi testado no ano passado e teve o seu funcionamento aprovado, mas o pára-quedas que iria recuperá-lo não abriu. Agora está sendo projetada sua 2ª versão.
Um terceiro projeto integrante do Space, o foguete experimental chamado de Sistema de Transporte Recuperável (Star), passou nos testes de vôo, mas no momento, segundo o professor Stancato, não há previsão de novos experimentos.
Numa outra frente, um grupo de alunos e professores continua trabalhando em projeto de localização de veículos via satélite. "O trabalho deverá colocar à disposição da comunidade londrinense um equipamento confiável, de custo consideravelmente baixo, de rastreamento de veículos", afirma o professor. Ele explica que só não foi decidida ainda a forma de produção e comercialização do produto. Um protótipo do novo equipamento deverá ficar pronto até o final do ano que vem.
Desde que foi criado em 2000, o Space tem concentrado esforços no sentido de formar pesquisadores com capacidade de entender, analisar e produzir conhecimento científico relacionado à tecnologia aeroespacial. de acordo com o cooredenador do projeto, a Unopar faz parte de um grupo pequeno de universidades que investem nessa área de estudos. " até onde sei, é a única universidade particular a manter este tipo de pesquisa", observa Stancato.

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All Comments (32)

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  • Agora, que devem ter sabotado, não tenho dúvida.

  • Não culpo tanto os EUA.. Eles tem o direito de repassar tecnologia pra quem eles quiserem. Ruim foi eles terem começado e largado no meio do projeto. Mas tudo bem, o que precisávamos que eles fizessem, já sabemos fazer aqui.

  • TEM QUE INVESTIR TAMBEM NA SEGURANÇA PARA ESTES PROJETOS, JÁ QUE OS OUTROS LANÇAMENTOS FORAM SABOTADOS!

  • @menguelesux

    kkk!!!

    

  • eu apoio .........

    

  • nunca funcionou  !!!!

  • vai toma no cu.....

    parece até piada....

    o lula queria encontra cachaça em marte...

  • Petrobras deixa sem combustivel os foguetes brasileiro.

    O combustivel do propelente sólido, o PBH/OH era fabricado no Brasil pela Petroflex, empresa que pertencia à Petrobras, porém ela foi vendida a um grupo estrangeiro, a LANXESS, que, por falta de "interesse econômico", fechou a referida planta. Portanto, algo que antes era fabricado por uma empresa estatal deixou de estar disponível. Em 04/08, a LANXESS comprou 70% da Petroflex e, em 11/08, os 30% restantes das ações.

  • Me diz uma coisa... O que os EUA estão fazendo no Iraque?

    Por que eles estão lá?

  • ?

    Citar as fontes dos 6 milhões?

    Que tal voltar pra escola, amigo?

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